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Mostrando postagens de 2009

Crise Final: O apocalipse, o arco

Renee Montoya é católica e vive em negação por causa de sua homossexualidade. Ao longo da série GCPD ela manteve um relacionamento estável, mas com o assassinato do colega Crispus Allen entrou em um ritmo intolerável de bebedeiras e autodestruição, inclusive pedindo desligamento da Polícia de Gotham City.

Contratada por Questão (Vic Sage), durante a série semanal “52” investigou uma tentativa de destruição em massa orquestrada pela Intergangue e com conotações religiosas. Ao final da série, com a morte de Sage, a quem já tinha se afeiçoado, assumiu o papel de Questão.

Posteriormente esteve envolvida com A bíblia do crime e uma seita que adora Caim, cujo livro de referência fazia citações aos eventos de Crise Final.

Crispus Allen era um policial honesto, pai de família e incorruptível. Depois de assassinado por um colega de Departamento foi fundido à entidade considerada “o espírito da vingança de Deus”, o Espectro. Numa de suas primeiras missões teve que punir o filho mais novo! O garoto…

Crise Final: A origem de Libra

Desde que a DC Comics adotou a estratégia de lançar um “Secret Files & Origins” relacionado aos seus eventos não há nenhuma grande novidade.

Nem aqui!

Escrito por Len Wein e com arte de Tony Shasteen este Final Crisis Secret Files & Origins de fevereiro de 2.009, publicado em Crise Final Edição Especial # 05 da Panini Comics em dezembro de 2.009 esta origem secreta explica a história de Libra, um jovem rico e inteligente que se voltou para o crime para absorver energias – primeiro dos heróis e depois da estrelas.

Derrotado, desaparece durante anos para surgir em Apokolips e servir à Darkseid na investida à Terra.

Wein, autor que criou o vilão para uma aventura da Liga da Justiça, retorna para contar a origem e faz um clichê atrás do outro, ainda que não seja muito ofensivo já que é rápido e quase indolor.

Veja mais sobre as Crises aqui.

Lançamentos da 4ª semana de dezembro

A Panini finalmente lança a segunda edição de Vertigo, seu almanaque com cinco histórias do selo da DC Comics. São elas Neverwhere #2 (set/05) de Mike Carey e Glen Fabry; Hellblazer # 176 (out/02) de Mike Carey, Steve Dillon e Jimmy Palmiotti com a segunda parte de O barato da vida; a segunda edição de Sandman Presents: The Thessaliad (abril/02) de Bill Willingham, Shawn McManus e Andrew Pepoy; Scalped # 02 (abril/07) de Jason Aaron e R.M. Guéra com a segunda (de três) parte de Nação Indígena e Northlanders # 02 (mar/08) de Brian Wood e Davide Gianfelice, com a segunda parte de “O retorno de Sven”.

Edição boa, preço atrativo (cinco histórias por R$ 9,90), mas deixa claro a tentativa da Panini em ser abrangente.

Hellblazer é de sete anos atrás, A Tessalíada idem e Lugar nenhum já tem quatro anos. A editora faz um título que une o melhor atualmente no selo e algo representativo do passado imediato. Eu apostaria em tirar as séries Neverwhere e Tessalíada e substituir definitivamente por…

Scans, a legalidade

Ainda que os sites deixem claro que não cobram pela tradução e que encorajam os leitores a apagarem os arquivos após 24 horas, é claro que o conteúdo da história em todos os seus aspectos é de propriedade apenas da editora ou dos autores.

No Brasil, país de baixa moralidade, onde se aceita facilmente a sexualização da infância, a corrupção dos políticos e a pirataria de cd’s e dvd’s, os scans apenas se acomodaram. Mas diferente da pirataria de cd’s e dvd’s não existe ninguém ganhando com este tipo de trabalho – e acredite dá trabalho e muito!

As tiragens
Na época da EBAL, Aizen cancelava revistas que vendiam próximo ou menos que 100 mil cópias. Há anos a Abril, Panini e Mythos trabalham com tiragens que dificilmente alcançam as 10 mil cópias.

Certamente o preço é muito competitivo. A Panini oferece 100 páginas nacionais com quatro histórias das séries americanas por R$ 7,90, enquanto a Mythos oferece as 100 páginas de Tex à R$ 6,50 e a Abril tem linhas Disney de R$ 1,00!

Existem erros clar…

Scans, a polêmica

Primeiro o título é mais para chamar a atenção, já que scans de quadrinhos não são mais polêmicas em lugar nenhum.

O quê são?
Ao ser lançada uma revista em quadrinhos nos EUA (ou qualquer parte do mundo), um fã utiliza seu aparelho de scanner para fazer cópias das páginas da revista, geralmente em formato JPEG e junta todas as páginas na ordem em que foram publicadas em uma pasta.

Utilizando um programa próprio ou simplesmente compactando com o WinZip ou o WinRar, o fã altera a extensão do arquivo compactado para CBR (com WinRar) ou CBZ (com WinZip).

Disponibilizados na Internet, às vezes no dia do lançamento da edição nos EUA, acontece o mais improvável de toda a história: fãs baixam a versão e usando softwares de edição de imagens traduzem os balões de textos e redistribuem a edição.

Quais programas lêem?
Para o sistema operacional Windows o mais conhecido é o CDDisplay (disponível aqui).

No Ubuntu já há uma opção no próprio sistema operacional para instalar o programa Comix que faz a leit…

A morte de um sonho, ato 3: O homem que comprou a América

Ed Brubaker escreve, Steve Epting, Rob de La Torre e Luke Ross desenham e Epting, La Torre, Rick Magyan e Fabio Laguna fazem as finais do arco que se passa das edições #37 a 42 de Captain America volume 5.

É, sem dúvida alguma, um ponto final para várias tramas que estavam em aberto até o momento. Brubaker continua orquestrando com habilidade a trama.

O corpo encontrado por Sharon Carter é do Capitão América dos anos 1950, um personagem criado no final da década de 1.970 que supostamente teria agido como Capitão em território americano, especialmente contra a ameaça comunista. Este Cap, que também chama-se Steve Rogers, é que fez dupla com Jack Monroe como Bucky. Monroe retornou anos depois e tornou-se o Nômade, sendo assassinado pelo Soldado Invernal no início desta trama.

Há alguns anos Dr Fausto manipulou tanto Sharon quanto este Capitão, que aparentemente haviam suicidado. Sharon voltou numa fase de Mark Waid na metade dos anos 1.990 e este Cap agora.

Manipulado por Fausto o Capi…

A morte de um sonho, ato 2

Finalmente em Captain America volume 5 #31-36 vislumbramos uma das reais intenções do Caveira Vermelha.

Ao longo de todos os trinta primeiros números da série o Caveira Vermelha criou uma série de subterfúgios para esconder seus planos. Como bom escritor, Brubaker manipulou o leitor que via as informações mas não se dava conta de como o autor iria utilizar os fatos.

Caveira Vermelha, um soldado nazista, dominou a mente de um ex-general russo, Aleksander Lukin.

Lukin depois de alguns anos vendendo tecnologia russa criou uma empresa legal chamada Corporação Kronas, da qual ele é o CEO e recentemente usou o poder do Cubo Cósmico para fazer uma série de fusões com empresas menores, tornando a empresa uma referência em tecnologia e finanças.

A Corporação Kronas, conforme já havia sido mostrado em vários momentos tem um poderoso exército particular formado por seus seguranças. A narrativa dá a entender que este exército tem como pessoas chaves dissidentes russos, desiludidos com o destino …

A morte de um sonho, ato 1

Publicado originalmente em Captain America v5 # 25-30, este arco tem seis partes escritas por Ed Brubacker e com arte de Steve Epting e Mike Perkins, que fazem lápis e finais.

Cronologicamente é um epílogo de Guerra Civil e parte do evento “A iniciativa” – que se refere às várias organizações criadas por Tony Stark chamadas de “A iniciativa dos 50 estados”, na verdade, a policia registrada razão da Guerra Civil.

É difícil falar deste arco por que ele é muito bom e continua a trajetória de excelência do Ed Brubaker na série, mas lendo em continuidade parece o início de uma certa canseira: o Caveira Vermelha tinha um plano muito elaborado e muito bem planejado e até ao final deste arco (a edição 30) não há uma amostra real do quê se trata. Sabe-se apenas que envolve o Cap e seus auxiliares.

Então nada desde o início da série foi um golpe de sorte e tudo foi calculado com anos de antecedência! Aterrador demais para ser verdade e por isto mesmo começa a soar implausível!

O arco começa c…

Eddy Barrows em SJA: Blackest Night

Fã de Sociedade da Justiã, de Geoff Johns e de Eddy Barrows, depois de ter lido a eficiente série Blackest Night: Superman com a arte dele e o texto de James Robinson (que infelizmente não acrescenta nada à série principal, mas é muito bela), não poderia deixar de publicar uma imagem que ele postou no blog dele - veja aqui.

E aqui vai:



Parabéns e espero as séries A noite mais densa serem publicadas no Brasil.

E então é Natal

Novamente é Natal, época de festas e de religiosidade, de descobertas e planejamentos para reinícios.

Desde que iniciamos se passaram sete meses e já postamos mais de 260 posts, que hora contêm spoilers gigantescos, hora contêm resumos essenciais e hora não contêm nenhuma informação muito relevante.

Após mais de 13.500 acessos – hoje o blog recebe 150 acessos diários em média – nosso objetivo continua o mesmo: falar sobre quadrinhos, relatar os principais acontecimentos do passado e do presente e estender o mesmo à música, cinema e se necessário for à política.

Não poderia terminar sem lembrar uma boa história de Natal.

A minha preferida ainda é uma história curta que Frank Miller fez para o Batman e durante anos foi parte das nove histórias que ele deveria ter escrito para o homem-morcego e mais nenhuma (1 a história de Natal + 4 de Cavaleiro das Trevas + 4 de Ano Um = 9).

A história, constantemente republicada, pode ser encontrada na edição “As várias faces de Batman” da Editora Abril …

Marvel Zombies

Marvel Zombies, título que, na verdade, parodia uma expressão que identifica os fãs da editora é uma coleção de histórias curtas, mini-séries e arcos que se passam em uma outra dimensão do Universo Marvel (a Terra-2149) que foi dominada por uma praga zumbi infectante.

O conceito foi criado por Mark Millar em um arco da série Ultimate Fantastic Four, e ampliado por Robert Kirkman em duas séries e um especial.

Kirkman, autor de grande talento, é responsável pela inteligentíssima série The Walking Dead, simplesmente o título da Image Comics que mais vende há meses nos EUA (cerca de 25 mil exemplares). Foi a publicação desta série que ressuscitou o tema zumbi nos quadrinhos. Voltarei a falar de The Walking Dead, da qual sou fã, em outros momentos, mas se houver curiosidade há um artigo que publiquei no site HqManiacs há alguns anos (veja aqui).

Em seguida a Marvel promoveu o encontro dos zumbi da “Casa das Idéias” com Ash, personagem da cine-série Evil Dead de Sam Raimi. No Brasil o prime…

Marvel Zumbis: Fim dos Dias

Edição especial de Robert Kirkman (texto) e Sean Phillips (arte) que mostra os primeiros momentos da infecção e como a nova situação afetou a comunidade dos super-heróis.

Fãs da Marvel, os tais Zumbis, perceberão que a dimensão criada por Kirkman é um misto de várias épocas da editora em especial momentos distintos do período 1.978-1.994, além de óbvias diferenças como o Coronel América, uma versão do Capitão América. Note a presença dos Thunderbolts (a primeira versão), do Agente Americano, do Aranha Escarlate, Hank Pym como Gigante, o Sonâmbulo, Magnum com seu uniforme original, Máquina de Guerra, os 3 Guerreiros (de Asgard) e Capitão Marvel mostrando que o escritor fez uma seleção de personagens mas não se ateve a um momento cronológico em específico.

A visão do Senhor Fantástico, fascinado pelos zumbis ao ponto de infectar os amigos e depois se entregar à fome deles, não se justifica na cronologia padrão, mesmo com todos os excessos cometidos na época de Guerra Civil.

No final é …

Desfaz-se a morte

A notícia correu o mundo e inclusive o blog “O silêncio dos carneiros” avisou (veja aqui), mas foi apenas um ferimento de guerra e não uma baixa: Kyle Rayner sofre apenas uma parada cardíaca ou equivalente em Green Lantern Corps #42 e na edição seguinte é salvo com a ajuda de membros de outras Tropas.

A única curiosidade da edição fica por conta de ver que em momentos de fúria, como a de Guy Gardner pela perda do amigo, um anel de outra Tropa pode dominar um membro de uma equipe alheia. O anel da Tropa dos Lanternas Vermelhos dominou Gardner.

De resto, Tomasi faz uma manobra arriscada: coloca Mogo em campo de batalha!

Mogo, criado por Alan Moore, para uma história de suporte, é um planeta Lanterna Verde. A história de clima de paródia, nunca foi muito levada a sério, mas desde que a Tropa foi reconstruída Mogo sempre esteve presente nas tramas, porém, como um planeta responsável por produção de alimentos e descanso para os Lanternas, nunca em campo--- até mesmo por que até hoje não foi …

Terra-50: o Universo Wildstorm

No início dos anos 1.990 alguns artistas que trabalhavam para a Marvel Comics nos títulos de maior tiragem da editora decidiram criar uma editora que os direitos dos personagens pertencessem aos criadores.

Balela!

Perguntem a Greg Capullo (que foi artista de Spawn depois que o criador McFarlane deixou o personagem) se ele tem direitos sobre o anti-herói!

De qualquer maneira estes criadores fundaram a Image Comics, uma editora-selo, que é a união dos diversos estúdios dos autores.

Em fins de 1.997 depois de ter trabalhado durante um ano para a Marvel Comics durante o evento Heróis Renascem e a minissérie X-Men/WildC.A.T.s, Jim Lee, criador e proprietário do estúdio Wildstorm, que agregava além da linha principal uma linha de autor chamada Homage (onde iniciou a série Astro City) e o selo ABC de Alan Moore, negociou os direitos de sua linha com a DC Comics e se tornou parte do conglomerado AOL-Time-Warner por US $ 45 milhões.

Profundamente criticado pela decisão, Jim Lee, desenhista de …

A ira dos Lanternas Vermelhos – A edição especial

Publicado no Brasil em Dimensão DC: Lanterna Verde #16 em dezembro de 2009, esta edição saiu nos EUA como um dos vários especiais ligados à Crise Final e seu nome completo é Final Crisis: Rage of the Red Lanterns #1 produzida por Geoff Johns (roteiro), Shane Davis (lápis) e Sandra Hope (finais).

Primeiro a triste constatação que Shane Davis, grande promessa da DC, que já trabalhou por aqui em Superman-Batman (no arco “K”) e esta trabalhando na linha Terra-Um (inédito nos EUA ainda) não está no seu melhor momento. Os personagens da trama, alienígenas em geral, tem desenhos toscos, irregulares e só mesmo Atrocitus parece realmente ameaçador!

Mesmo o maior efeito da nova Tropa, a dos Lanternas Vermelhos, que é a rajada de energia vermelha saindo pela boca, lembrando uma golfada de sangue não impressiona. Aparentemente Davis deve ter tido pouco tempo para pesquisa e produção. Veja as páginas 16 e 17, por exemplo.

No geral a história é boa, mas não tem relação com Crise Final coisa nenhuma! …

Lançamentos da 3ª semana de dezembro

O departamento de logística e distribuição da Panini é maravilhoso. Me deixa quinze dias sem revistas e três dias depois envia a segunda leva de dezembro, formado por Dimensão DC: Lanterna Verde 16 e Novos Titãs #66.

O Lanterna Verde tem Final Crisis: Rage of the Red Lanterns #1 de Geoff Johns, Shane Davis e Sandra Hope; Green Lantern Crops # 30 de Peter J. Tomasi, Patrick Gleason e Rebecca Buchman; mais uma história – esta, longa – de Solo # 03 de Paul Pope e Booster Gold # 13 de Rick Remender, Pat Olliffe e Jerry Ordway.

Já a equipe mirim da DC Comics traz Teen Titans # 64 de Sean McKeever, Fernando Dagnino e Raul Fernandez; Robin #179 de Fabian Nicieza e Freddie Williams II; Batman and The Outsiders # 12 de Frank Tieri, Ryan Benjamin e Saleem Crawford e completando a edição Titans # 7 de Judd Winick, Julian Lopez e Bit. Chama atenção a falta de uma equipe criativa forte para Titans e a constante alternância de equipe de desenhos, uma tristeza realmente.

E por enquanto nada de Vertigo…

Brianiac Vive

Em Action Comcis #872 (fev/2009) publicado em Superman #85 (dez/209) da Panini Comics temos o texto de Geoff Johns e arte de Pete Woods para a continuação da trama do aprisionamento dos inimigos do Superman na Zona Fantasma e o assassinato de soldados humanos.

Alura, mãe de Supergirl, se recusa a entregar os nomes dos responsáveis e oculta a informação de Zor-El!

Investigando restígios da nave de Brainiac os kryptonianos resgatam o Comando das Criaturas e Ultra, que foram aprisionados pelo computador tirano em uma época desconhecida.

Comando das Criaturas era uma série militar que utilizou os monstros do cinema para inspirar a criação dos personagens. Ultra é um astronauta terrestre capaz de simular o DNA alienígena e, portanto, poderes desconhecidos. Teve seu auge na época de histórias de ficção científica

Metallo e Reactron se rendem aos soldados kryptonianos de modo a serem levados à Novo Krypton.

Reactron, agora com coração de kryptonita dourada, é capaz de retirar os poderes do…

Cirurgia invasiva

Em Superman #682 (jan/09) Robinson, Guedes e Magalhães mostram os kryptonianos seqüestrando os vilões do Superman para enviá-los, ao final da história, para a Zona Fantasma.

Num destes ataques, ao fazer frente a soldados humanos, os kryptonianos matam os policiais terráqueos!

Isto criará todo um sub-plot sobre a possibilidade real de convivência entre os humanos e 100 mil alienígenas sem limites de força e sem respeito por nossa cultura e leis.

Um plot estabelece que o Agente Liberdade pede licença para investigar o aparecimento repentino do Apocalypse em Action Comics # 871<. Ele desconfia de manipulação.

Já outro, traz de volta o Guardião que deseja um emprego no QG da Polícia Científica.

Guardião é um personagem criado por Jack Kirby na Era de Ouro e está presente na cronologia do Superman desde 1.971, participando de aventuras com Jimmy Olsen.

Quando o Cadmus e suas pesquisas de engenharia genética voltaram a ser tema das séries do Superman, o personagem retornou especialmente n…

Além do Apocalypse

Geoff Johns (texto) e Pete Woods (arte) continuam a narrativa onde o episódio anterior parou, mas assim como Robinson, Johns ajuda a construir todo o background antes de passar para o óbvio em Action Comics #871 (jan/09), publicada em Superman #84 (nov/09).

Primeiro Johns coloca lenha na fogueira mostrando que os kryptonianos não têm os mesmos sentimentos assistencialistas do Superman e que não se importam com a Terra, preferindo seguir ordens de um comandante militar como General Zod!

Sim! O Comandante Gor e o Tenente Mur não prestam assistência a humanos feridos e ainda tentam libertar o general da Zona Fantasma, sendo impedidos por novos Asa Noturna e Pássaro Flamejante.

Antes de qualquer coisa, é bom deixar claro que esta nova dupla é formada por cidadãos de Novo Krypton cujas identidades não são conhecidas neste momento. Originalmente Asa Noturna e Pássaro Flamejante eram identidades que Jimmy Olsen e Superman utilizavam nas aventuras na Cidade Engarrafada de Kandor original.

A …

Estranhas reuniões e encontros casuais

Depois do especial Novo Krypton (e de uma série de especiais paralelos como o do Jimmy Olsen) a série seguiu para as revistas mensais de Superman, Action Comics e Supergirl que continuarão a abordar o problema de se ter na Terra cem mil pessoas com os poderes do Superman e sem nenhum respeito por nossa cultura.

Em Superman #681 (dez/08), publicado em Superman #84 da Panini Comics teve o texto de James Robinson e a arte dos brasileiros Renato Guedes (lápis) e José Wilson Magalhães (finais) para narrar a surpresa do mundo em relação à chegada dos alienígenas, o questionamento de alguns heróis ao homem de aço sobre a conduta destes seres – ele assume o compromisso de orientá-los – e o retorno de um herói “bandeira”, o Agente Liberdade.

Agente Liberdade existe na cronologia do Superman deste o início dos anos 1.990 e teve importância variável. Esteve ausente de publicações da DC no período de 1.996-2.008, sendo retomado agora. É um herói-militar, levemente inspirado no Capitão América. C…

De filhote para lobo, história b

O especial Jimmy Olsen: Superman’s Pal Special #01 (dez/08) teve uma segunda história com a mesma equipe de produção. James Robinson texto, Jesus Merino & Leno Carvalho & Steve Scott lápis e J. Merino & Nelson Pereira & Kevin Stokes finais.

Esta segunda história se concentra em Dubbilex narrando para Jimmy algumas verdades sobre o Projeto Cadmus, a Legião Jovem, o Guardião e seus clones.

Dubbilex morre após a narrativa, mas dá pistas que permitam Jimmy buscar um clone em específico do Guardião, sendo perseguido pelo Codinome Assassino, mas conseguindo fugir.

Jimmy obtêm informações que o levam à cidade de Pé de Guerra, no sul do Arizona, que tem uma concentração de super-vilões.

Quem se lembra de James Robinson em Starman (e em alguns breves períodos em Legends of the dark knight) sabe que o escritor gosta de criar cidades e dar alma para elas.

Em Starman ele fez Opal City, uma cidade profundamente ligada ao crime, com arquitetura inspirado tanto no art decco como na…

Dimensão zumbi!

Marvel Max #76 chega às bancas e não traz nenhuma novidade interessante.

A maior colaboração é publicar as capas da atual série Marvel Zumbis que homenageiam filmes de terror. No entanto, Marvel Zumbis 3 termina exatamente aí! Não tem uma gota de originalidade ou consistência. A edição #2 de Fred Van Lente (texto) e Kev Walker (arte), mostra a chegada de Homem-Máquina e Jocasta na dimensão zumbi e a descoberta que após a ida dos heróis peso-pesados para as estrelas, o Rei do Crime-zumbi dominou a sociedade e usa o Chacal para criar humanos com engenharia genética.

Chato, muito chato...

Seguimos para Foolkiller: Anjos brancos de Foolkiller: White angels #1 (set/2008) de Gregg Hurwitz (roteiro) e Paul Azaceta (arte), que abre com algumas semelhanças com a outra série: uma pessoa comete uma falha, paga sua pena, ao retornar à sociedade é perseguida e assassinado e o Matador de Idiotas decide vingá-las. A arte, que lembra John Paul Leon (Terra X) é competente, mas o roteiro é apenas um clich…

Guia Essencial da Ubuntu 9.10

Há alguns meses, quando iniciei este blog comentei o lançamento do livreto do Rodrigo Amorin Ferreira, Guia essencial do Ubunti 9.04 da Digerati Books (veja aqui).

É um livreto para bancas de revistas com algumas instruções de como instalar o Sistema Operacional Livre Ubuntu.

Existem algumas miopias típicas deste tipo de publicação, como, por exemplo, citar que é possível manter o Sistema Operacional da Microsoft no computador, mas não explicar exatamente como – a explicação aproveitaria uma série de telas e tomaria no máximo mais três ou quatro páginas – ou esquecer de fazer um cd adicional com o pacote de softwares que devem ser baixados.

Neste segundo caso a miopia é imaginar que todos tem acesso à Internet e podem fazer as atualizações, que são constantemente pedidas como pacote de línguas, codecs de áudio e vídeo e outros.

Ainda assim o autor oferecia bastante conforto aos usuários oferecendo uma versão estável do Ubuntu (a 9.04).

Com o lançamento da versão 9.10 o autor apenas atual…

Os tambores da guerra

Em Captain America volume 5 # 22-24 há o arco Os tambores da Guerra que cronologicamente se passa antes e durante o confronto de Capitão América e Homem de Ferro em Guerra Civil # 03 – é fácil de identificar por que o Cap sai bastante ferido do confronto.

Escrito por Ed Brubaker e com arte de Mike Perkins o arco oferece respostas para a posição do Capitão na série principal da editora e acrescenta coisas que estavam acontecendo naquele momento, tornando tudo relevante para o personagem.

Maria Hill, diretora da SHIELD, avisa à agente 13, Sharon Carter, da posição de seu ex-namorado sobre a Lei de Registro e a recruta para traí-lo para uma armadilha!

Descobrimos que Sharon está em tratamento psiquiátrico com o médico residente da organização.

Carter até cria uma armadilha para trair o Capitão – eles transam novamente e finalmente o Capitão expõe sua visão sobre a Lei de Registro e os riscos inerentes – mas, na verdade, ela atraiu os agentes para outro local.

Traindo a organização com a…