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Muitas páginas pouca qualidade

Universo DC #01 (julho de 2010), Panini Comics, R$ 14,90 vem com 148 páginas e a série do Superboy atualmente publicada em Adventure Comics volume 3 # 0 e 1. Nos EUA a série traz uma história longa do clone do Superman & Lex Luthor tentando se restabelecer depois de seu retorno e uma história curta da Legião dos Super-Heróis que não foi publicada pela Panini. Como não faz parte da trama pode ser publicada em outro momento.

As histórias do Superboy, neste período realmente são histórias de um super “garoto”. Ele analisa os traços de Superman e Lex Luthor em sua personalidade e ganha tons românticos. Sabiamente é um personagem bem diferente do clone surgido em O reino dos Supermen, o arco que concluiu A morte do Superman.

Depois trás Superman & Batman #57 & 58. História de Dan Abnett & Andy Lanning com diálogos de Mike Johnson, desenhos de Whilce Portacio e finais de Richard Friend. Superman é reduzido a um tamanho sub-atômico e Batman em vez de chamar o expert na área, Ray Palmer/Elektron, decide ele próprio salvar o amigo. E depois me perguntam por que a série nacional foi cancelada e a americana sempre tem vendas tão fracas. Neste período as vendas da minisérie Superman & Batman vs Vampiros & Lobisomens – já publicada por aqui – superou as vendas da série normal.

De Sterling Gates, Jamal Igle e Keith Champagne temos duas partes do arco “Quem é a Superwoman?” de Supergirl #37 e 38, onde teremos a resposta de quem é esta misteriosa personagem. Um detalhe: ela não é kryptoniana! O arco faz parte da longo trama Novo Krypton dos títulos do homem de aço. Com a redução da série nacional e a decisão de publicar a série Superman: Origem Secreta, Supergirl teve que ser enviada para outro título.

Para terminar Wonder Woman #37 de Gail Simone, Aaron Lopresti e Matt Ryan com o início do arco Aves do Paraíso, com o personagem título e Canário Negro. O arco se passa após a edição Mulher-Maravilha Especial #01 – veja aqui. Novamente uma trama fraca, baseada na eterna ilusão de uma arena para super-seres. Algo que já foi trabalhado com mais propriedade por Geoff Johns em Sociedade da Justiça – veja aqui.

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