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As Crônicas de Nárnia: O leão, a feiticeira e o guarda-roupa

O segundo livro da série Nárnia (primeiro a ser publicado) é um longo estudo sobre por que alguém sai diferente à família. Na obra, que foi transmutada de maneira bem fiel para o cinema, exceto pela longa sequência de envio para o campo, certamente inserida para assemelhar à narrativa da série Harry Porter, o conflito não é realmente entre o leão Aslam e a feiticeira Jadis que dominou o mundo de Nárnia, mas entre os valores dos meninos Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia e os conflitos deles.

O livro deixa bem claro que as ações do garoto Edmundo, em grande parte, são motivadas pelo manjar envenenado que consome, mas é fato que o manjar apenas desenvolveu um sentimento que já havia lá.
São quatro crianças, filhos e filhas, dos mesmo pais e com ações e reações distintas diante das opções que lhe são concedidas exatamente como as famílias atuais.

No mais é uma história divertida e rápida (às vezes rápida demais, como na derrota de Jadis) sobre um reino encantado que é dominado por um mal que foi libertado pelo homem, e como a união entre os filhos do homem gera perdão suficiente para fazer a diferença e derrotar este mal.

Diferente do filme, o tom do livro é tão pueril, simples e juvenil que não há nem espaço para a violência.

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