Pular para o conteúdo principal

Game of Thrones [2x08] - The Prince of Winterfell

Theon Greyjoy perde o apoio de sua família, já que estrategicamente Winterfell fica muito distante do mar. Ele é impopular, visto como assassino de crianças, e tem um castelo que não significa nada. Como diria a expressão “está sozinho no mato, sem cachorros”. E neste caso, cercado por lobos.

Jon Snow é capturado e Ygritte tenta levá-lo à Mance Ryder, como forma de prolongar a vida do patrulheiro a quem se afeiçoou. Qhorin Meia-Mão percebe que a única possibilidade é tratar o bastardo de Winterfell como traidor e passar a atacá-lo, deixando bem claro sua desaprovação. Sam e seus companheiros da Patrulha encontram pedaços de vidro de dragão, que terá importância fundamental em breve.

Robb Stark antes de deitar-se em louca paixão com a donzela Talisa, tem que tratar da mãe, Catelyn Stark, que facilitou a fuga de Jaime Lannister, o Regicida, na promessa de liberdade para suas duas filhas. Brienne de Tarth, a máscula donzela guerreira, segue com ele para Porto Real, mas o caminho é longo. Pressionado, Robb autoriza a invasão de Winterfell e em seguida quebra o voto com a Casa Frey deitando-se com Talisa.

A título de curiosidade todas as passagens entre Robb e Talisa são exclusivas da séries de TV, já que não há personagens de ponto de vista próximos a eles nos livros.

Arya Stark deseja de Jaqen mate Tywin Lannister e percebe que errou ao hesitar tanto, mas o Lorde abandona Harrenhal antes dela se decidir. Arma então um plano para ela, Gendry e Tortas-Quentes escaparam do castelo que ficará sob os cuidados do Montanha.

Tyrion Lannister estuda estratégia de ataque e descobre o local do ataque de Stannis Baratheon: o Portão da Lama, um ponto fraco na cidade real.

Tencionando fazer Tyrion sofrer Cersei Lannister sequestra a prostituta de seu irmão e lhe informa que ela sofrerá as mesmas agruras que passar Joffrey Baratheon, que sob o conselho do Mão do Rei irá para a frente de batalha. A sequência é deliciosa porque Tyrion acredita em Cersei até perceber que ela pegou a Ros, uma prostituta que veio de Winterfell e está presente em vários momentos na trama.

Stannis se prepara para o ataque e anuncia à Davos Seaworth que irá nomeá-lo Mão do Rei em gratidão pelo auxílio no passado.

Enquanto em Qarth, Daenerys pressiona sor Mormont para reaver seus dragões, inicia-se o ataque à Porto Real.

Em Winterfell, o Meistre sofre um pouco menos que nos livros, pois descobre que Bran e Rickon estão vivos nas criptas do castelo e pede que Osha os mantenha lá. Nos livros ele só descobre após o ataque que dizimará o Castelo e o deixa às portas da morte.







































Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…