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Crise Final: O apocalipse

Chegou às nossas bancas a quarta edição Crise Final, Edição Especial. Traz metade a minissérie "Crise Final: O apocalipse".

A série é escrita por Greg Rucka, com lápis de Philip Tan e Jonathan Glapion.

A relevância é a seguinte: na série Crispus Allen, agora morto e ligado ao Espírito da Vingança de Deus, ou seja, o Espectro, depois de matar os assassinos de J'Onn J'Onzz e tentar, sem sucesso, matar Libra, o agente de Darkseid, recebe a ingrata missão de matar Renee Montoya, ex-parceira na Delegacia de Polícia de Gotham City, e agora a nova Questão da "Nova Terra".

Em paralelo, o surgimento da personagem Misericórdia, o profundo arrependimento de Allen por ter matado o próprio filho - já agindo como Espectro -, ações dos seguidores de Caim (que encarna em Vandal Savage) e o momento da disseminação do vírus da Equação Anti-Vida.

Se o texto é bom, a arte não ajuda. É confusa e tosca, mal feita. De qualquer modo é sempre bom ver que Rucka continua a saga de seus personagens.

Ele começou a trabalhar com eles em Detective Comics (2 anos), depois GCDP (4 anos) - onde ao final Allen morre e Montoya, revelada como homossexual e decepcionada com a investigação do assassinato do amigo, abandona a polícia - e depois com 52 (onde Montoya é personagem principal e se torna Questão) e Espectro (onde Allen torna-se o Espectro). Questão/Montoya retornou em "A Bíblia do Crime", uma das consequências de 52.

Apesar da arte não decepciona.

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