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100 balas volume 1

Os quadrinhos sofrem muito com a confusão entre mídia e gênero. Revistas em quadrinhos são uma mídia de publicação de material de entrenimento. Quadrinhos de heróis um gênero.

É bom saber que há outros material sendo publicado além do material que trás homens em colantes e mulheres semi-nuas salvando o mundo.

100 balas é um material forte. É para quem já perdeu as esperanças e sabe que o mundo é podre!

O agente Graves, aquele sujeito com cara de Clint Eastwood lhe dá 100 balas e uma arma. Além disso ele prova que as pessoas f@d#r@m com tua vida estão bem, vivendo confortavelmente. Ele explica que as 100 balas e a arma não serão rastreadas e lhe dá a oportunidade de se vingar.

Mas existe algo por trás...

Graves quer você para algo. Nem sempre a pessoa aceita a oferta da maneira como é de se esperar. Em alguns casos a vida da pessoas só se altera para pior!

Neste primeiro volume, que reune as edições # 1-7, o agente Graves oferece a oportunidade para três pessoas, nem todas fazem o mesmo uso. Mas nenhuma fica realmente indiferente ao contato com o mistério agente e às conexões que irão permitir a vingança dele contra uma organização.

100 balas escrita por Brian Azzarello e desenhado por Eduardo Risso já foi publicadaparcialmente no Brasil por duas outras editoras. A primeira foi a Opera Graphica que publicou uma longa série mensal – 36 edições – e diversos encadernados. Em seguida houve a Pixel Media, que durante dois anos teve os direitos da Vertigo e WildStorm no Brasil.

A Panini pegou a série no ponto da Pixel e deu continuidade dali, retornando agora para narrar o início. 

O preço convidativo permite que mesmo quem tenha adquirido anteriormente compre novamente e dê uma uniformidade à coleção. 

De qualquer maneira é uma excelente maneira de acompanhar uma excelente história policial que não fica com nada a dever para as melhores histórias noir da literatura.

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