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Matar ou não matar uma questão que permeia os quadrinhos!, II

Nesta jogada a DC inicia a repaginação do Arqueiro Verde, que passa por uma edição da série americana Justice League of America, uma edição especial da série Justice League of America e duas edições da série Green Arrow volume 4 (o segundo nome para a série que começou como Green Arrow/Black Canary).

Estas quatro edições foram publicadas no Brasil em Liga da Justiça #100 da Panini e mostram que a equipe de heróis percebe a culpa de Oliver e não demora a descobrir o corpo de Prometheus e responsabilizá-lo. Tencionando vingar-se de outro vilão que ativou a bomba e agiu em parceria com o primeiro, Queen foge nos escombros da cidade e engana durante algum tempo a Canário, o Lanterna Verde Hal Jordan e o Flash Barry Allen, até que o pano cai, ele é preso, tem exposto sua identidade publicamente e vai a julgamento.

O julgamento é rápido e o júri popular o inocenta!!

Mas o juiz, talvez corrupto e desejando vingança do período em que Queen foi prefeito, o obriga a abandonar a cidade!

Termina o ciclo e reinicia-se a série começando então Green Arrow volume 5 junto com O dia mais claro #01, onde Queen passa a ser o protetor da floresta que surge no centro destruído de Star City – por sinal em formato de estrela.

Afastado novamente dos amigos, como no início de Green Arrow volume 2 de Mike Grell e posando novamente como caçador urbano os escritores da DC tratam o anti-herói como nos gostaríamos de tratar aqueles que nos livrem de cânceres de nossa sociedade. É um reflexo do ser humano dos tempos atuais. Se alguém matou o traficante do bairro, o estuprador, o assassino de massas nos apenas olhamos para lado e o perdoamos. Logo esta pessoa terá nosso aval para matar o alcoólatra, o incômodo, aquele que não vota conosco.

O silêncio diante dos atos de Queen mostra apenas que a sociedade mudou e nem sempre para melhor.

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