Pular para o conteúdo principal

A Infinita Saga do Infinito, Parte VI: E com vocês... Warlock, Parte II

Warlock não ficaria no esquecimento por muito tempo já que em 1975 na série Strange Tales # 178-179 (Heróis da TV # 37, A Saga de Thanos # 4) por Jim Starlin, Warlock retorna e agora tem que enfrentar um poderoso ser: Magus que tem uma poderosa organização bélico-eclesiástica sob seu jugo.

Certamente foi o primeiro esboço das idéias que seriam apresentadas na série Dreadstar com o personagem Lorde Papel e a Instrumentalidade. A partir daí o herói assume a sina de “destruidor de falsos deuses”. É em Strange Adventures # 179 que surge outro importante coadjuvante da série: Pip, o troll, que logo torna-se parceiro inseparável de Adam.

Em Strange Adventures # 180 Warlock adverte Pip que sua jóia espiritual seria “(...) um verdadeiro demônio... um monstro assassino que eu preciso destruir!” E ao tentar retirá-la, Adam é tomado por dores lancinantes. Na edição seguinte surge a ameaçadora Gamora, cujo mestre ordenou que ela auxilie Warlock contra Magus. No final de Strange Tales # 181, finalmente confirma-se as suspeitas de que Magus é um alter-ego de Warlock! Magus é latim de “mago” e Warlock é inglês para “feiticeiro”, “bruxo” ou mesmo “mago”.

Com o sucesso da série de aventuras em Strange Tales, Warlock volta a ter uma série regular em 1975, continuando a numeração anterior. No nº # 09 (Heróis da TV # 41 e A Saga de Thanos # 05, janeiro de 1993, Editora Abril), Warlock descobre toda a verdade sobre Magus e é re-introduzido no Universo Marvel o vilão Thanos! A história de Magus é meio rocambolesca, mas, dentro dos padrões, crível, Warlock em algum momento do futuro enlouquece e ressurge 5 mil anos no passado iniciando uma gigantesca organização.

Thanos força Warlock a fazer uso da jóia espiritual, já que o herói temia usar a “vampira de almas”, e em Warlock # 10-11, enquanto o vilão enfrenta Magus, Adam limpa a sua trilha do destino que o tornaria Magus e elimina o vilão da existência! Ao eliminar o vilão sua influência e seus principais feitos também somem restando apenas Thanos, Warlock, Pip e Gamora com lembranças.

Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…