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Enquanto isso em V

Vou começar pela citação no sétimo episódio à Kal-El e ao projetor de ondas omni Kree. Encontrar Kal-El não é surpresa, já que está bastante estabelecido na cultura popular, mas o projetor Kree que é parte da série o Captain Marvel e da primeira Guerra Skrull-Kree é algo para nerds de carteirinhas.

Bem, agora vamos aos detalhes.

Após o hiato a série retornou sem grandes avanços. Há naves “V” (de visitantes) sobre grandes cidades e os alienígenas prometem serem pacíficos.

Não são!

São parte de uma raça de répteis que está infiltrada na Terra há anos. Aparentemente o ato de se exibir faz parte de um último estágio da invasão.

Há pouco mais de uma década um destes aliens renegou sua raça e começou a defender uma convivência pacífica com os humanos. Ele chamava-se John May e fundou um grupo de enfrentamento à liderança chamado de Quinta Coluna.

Nos últimos três episódios (5, 6 e 7 da primeira temporada) a série ainda não aprendeu a andar sozinha. Está errática. Hora mostra o drama da união de um alien com uma humana e a necessidade de medicação específica; hora mostra os problemas familiares da personagem principal, assim como atira no recrutamento de um líder terrorista para auxiliar na resistência, ou ainda com sub-tramas que indicam um interesse especial pelo ator juvenil da série (Tyler) e a possibilidade que surge quando se revela que o sangue dele não é compatível com o dos pais. Poderia a) ser fruto de um romance extra-conjugal; b) ter sido trocado na maternidade ou c) alguém – o bebê, o pai ou a mãe – ter sido exposto a uma substância como o atual R-6 que alterou suas características.

De novo mesmo só o fato que Anna foi enxertada e está produzindo um exército para atacar a Quinta Coluna e que há muitos V infiltrados.

V deve aguardar o final de Lost em quatro semanas para ganhar de vez a atenção da audiência.

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