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Os 10 mais da década - Parte 8

Vamos ao oitavo item de minha lista:

8) Arqueiro Verde de Kevin Smith, Phil Hester & vários – Não sei onde você estava quando Kevin Smith fez o arco Quiver (Tremor), mas realmente você perdeu a oportunidade de ver uma excelente restauração de um personagem. Eu estava comprando as edições originais e atualmente tenho a minissérie em formato milênio que a Panini publicou no início de sua carreira.

O Arqueiro é um personagem que vive à sombra de uma fase política de seus personagens. Apesar de polêmica, a fase não vendeu bem e foi cancelada. Desde então o personagens ora foi coadjuvante, seja em conjunto com o Lanterna Verde, seja em histórias de suporte de outras revistas, ora foi astro principal, como em duas excelentes séries – uma do Mike W. Barr, outra do Mike Grell, ambas publicadas por aqui.


Com o sucesso de “Caçadores” Grell assumiu a nova série mensal do personagem em 1.987 na esteira das dezenas de reformulações de personagens e produziu um material profundamente tocado pelo material de O’Neil & Adams nos anos 60/70 – vale lembrar que na segunda metade dos anos 1.970 Grell foi desenhista da série Green Lantern/Green Arrow escrita por O’Neil antes de Alex Saviuk assumir a série.

Entre a saída de Grell e a entrada de Chuck Dixon não há muito a dizer. O certo é que a fase de Dixon é boa e termina com Oliver Queen morto!

Kevin Smith, cineasta, que tinha feito recentemente o sucesso Demolidor – Diabo da Guarda e o filme Dogma (procurem nas locadoras) explicou para a DC Comics que aceitaria escrever a série desde que pudesse trabalhar com Queen e não com o atual Arqueiro Verde (Connor Hawke, criado por Dixon).

Então Smith criou uma trama onde Queen aparece na Terra e envolve Espectro, Batman, Demônio (Etrigan), Stanley e seu Monstro, prostituição, corrupção, diálogos longos e uma caracterização que não se preocupa em explorar somente os anos polêmicos, mas dar substância ao personagem.

Quando terminou, produziu uma das melhores histórias de retorno de todos os tempos e olha que histórias de retorno são essencialmente maniqueístas – veja o caso atual de Captain America: Reborn.

Uma boa pedida.

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