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Panini lança o seu almanaque Vertigo

Ser leitor de quadrinhos há décadas permite que eu tenha visto título irem e virem facilmente. O nome “Vertigo”, que agora nomina uma coletânea de história do selo homônimo da DC Comics já esteve em uma revista da Editora Abril, da Metal Pesado/Tudo em Quadrinhos, e equivalente próximos na Opera Graphica, Brainstore e Pixel, todos cancelados.

Por aí podemos ver o futuro desta nova coletânea: cancelamento!

Mas o adicional da Panini pode mudar os fatores. Marvel Max, a série brasileira de títulos adultos e descolados da cronologia da Marvel Comics, conseguiu sobreviver à estagnação do próprio selo americano e já aproxima do 80º número por aqui.

Devemos ser objetivos a Panini se esforça!

Em vez de procurar séries antigas que muitos já leram em outros formatos como Livros da Magia, Sandman: Teatro do Mistério, Monstro do Pântano, simplesmente lança uma revista cheia de desconhecidos e algumas caras conhecidas.

No número 1 temos Hellblazer, Sandman Apresenta: A Tessalíada, Lugar Nenhum, Vikings e Escalpo.

Com isto já inova de imediato ao próprio modelo de publicação adotado! A Panini produz sua primeira revista que deverá ter cinco séries mensais e não quatro, mostrando que dá para vender 135 páginas a R$ 9,90. Certamente deve ter algo ao ver com o licenciamento de produtos de nunca consegue vender-se por aqui.

Vamos às séries.

Lugar Nenhum é apresentada pelo simples fato de ser baseado em uma obra de Neil Gaiman, já publicada por aqui pela Conrad. Voltaremos depois à obra.

Hellblazer pula a impopular fase de Brian Azzarello e retorna o mago para a Inglaterra. Constantine descobre que seu período supostamente morto teve conseqüências em sua família.

A Tessalíada continua explorando os defuntos de Neil Gaiman! Tessalía foi introduzida em “Sandman: Um jogo de você” e agora ganha uma série por Bill Willingham (Fábulas) e Shawn McMannus (Um jogo de você, Sr. Destino).

Escalpo, totalmente inédita, é sobre a vida em um reserva indígena norte-americana. Corrupção, violência, FBI e agentes disfarçados. E a última é “Vikings”, também 100% inédita, onde o herdeiro de uma vila viking, descobre que seu tio se apossou de sua herança e decide voltar para reavê-la. Ambas, é claro, como séries mensais, estão começando e não apresentam nem grandes surpresas nem grandes decepções. Por sinal a arte de ambas é bastante adequada.

Voltaremos ao assunto.

De qualquer modo vale o custo benefício.

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