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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Wild Cards vol 1: O começo de tudo

Eu conheci o conceito de Wild Cards quando conheci a Devir Livraria e passei a acompanhar publicações importados, RPGs e, por extensão, as publicações da Editora Globoem um momento em que abandonava a infância e iniciava realmente a adolescência.
O conceito geral da série, assim como na série animada Caverna dos Dragões (Dungeons & Dragons) era dar vida literária à narrativa feita por um grupo de jogadores de RPG – Role Playing Game. Entre os componentes deste grupo George R R Martin, que na década de 2010 ficaria mundialmente famoso depois que seu épico literário, As crônicas de gelo & fogo, foi adaptado para a TV pelo canal HBO como Game of Thrones.
A trama do primeiro volume cobre um período que vai de dias antes de 15 de setembro de 1946, até um obscuro período punk posterior à 1976, sendo fácil dizer que chega à década de 1980. A narrativa é construída por contos, noveletas ou novelas de prestigiados (e desconhecidos em sua maioria) autores de ficção que narram como a …

Wild Cards vol 1: O começo de tudo, as histórias

O volume 1 de Wild Cards é composto pelas seguintes narrativas: Título Autor Personagem (ns) Prólogo George R R Martin Tachyon, um príncipe alienígena Trinta minutos sobre a Broadway! Howard Waldrop Robert “Bobby” Tomlin, o Jetboy. O dorminhoco Roger Zelazny Croyd Crenson Testemunha Walter Jon Williams Archibald Holmes; Jack Braun, Earl Sanderson Jr., David Harstein, Blythe Stanhope Van Renssaeler – os Quatro Ases; Dr. Tachyon Ritos de Degradação Melinda M. Snodgrass Dr. Tachyon e Blythe Stanhope Van Renssaeler Capitão Cátodo e o Ás Secreto Michael Cassutt Karl von Kampen Powers David D. Levine Franciszek Majewski O jogo da carapaça George R R Martin Thomas Tudbury (O Tartaruga); Dr Tachyon A noite longa e obscura de Fortunato Lewis Shiner Fortunato. Participação: CC Ryder Transfigurações Victor Milán

Marvel's Agents of SHIELD [1X04] - Eye Spy

Exibido originalmente em 15/10/2013, o quarto episódio da série de TV derivada do universo cinematográfico da MarvelComics apresenta a trama de uma agente que, capturada por forças inimigas, recebeu um implante ocular e age seguindo a agenda de seu captor, que aqui deseja invadir uma base na Bielorússia.

Invariavelmente Coulson tem um histórico anterior com ela e decise "resgatá-la", escondendo relatório do QG da SHIELD apesar da oposição de Melinda.

O episódio tem excelente ritmo, boa dose de mistério e uso de tecnologia. Na área de mistério reforça que o inimigo da SHIELD tem tecnologia de ponta e que algo muito sério aconteceu com Coulson, já que Akela Amadour (Pascale Armand) a agente desaparecida, avisa fortemente que ele está muito diferente.

Ao manter o interesse neste binômio (o quê realmente aconteceu com Coulson e um inimigo misterioso cheio de recursos) a série continua no caminho seguro, sem arriscar muito, mas conseguindo construir um histórico para a série.

Judge Dredd: Total War

Eu tenho uma certa resistência a história curtas. Criado na “cultura” de quadrinhos norte-americana, um dia me disseram que as histórias longas eram mais elaboradas e fiquei com esta impressão. Claro que tramas picotadas como “Terra Devastada” e as histórias de Marvel Comics Presents não ajudaram a tirá-la.
Um dia eu passei a acreditar piamente que história boa tinha, obrigatoriamente, de ser história longa.
Estava enganado, é claro.
* * *
Meu primeiro contato com “a lei” foi nos encontros com personagens da DC Comics, os quatro com Batman e o encontro com Lobo. Eram divertidos e produzido por uma equipe que conhecia ambos os personagens (Alan Grant & John Wagner), mas essencialmente eram histórias dos personagens da DC Comics em ambientes estranhos ou paródias do comportamento obsessivo de ambos os personagens.
Então ironicamente no ano em que a população começou a ocupar as ruas para protestar e invariavelmente iniciou um processo de antipatização com os policiais militares d…

Justice League, The Satellite Years 1976

Em 1.976 a coisa não melhora muito para a Liga da Justiça da América, a principal equipe de heróis da DC Comics. Talvez o motivo seja as histórias com tramas que não ganham credibilidade. De qualquer modo a entrada de Gerry Conway traz de volta a Mulher Maravilha e dá espaço para o Lanterna Verde e o aspecto cósmico da equipe, algo como o único time de combatentes do universo, capaz de fazer seres de outros mundos contactá-los. Ao mesmo tempo as aventuras de cunho social perdem espaço. Ainda estão lá, já bem diluídas no contexto da aventura. Outro ponto positivo é que as aventuras passam a ser narradas em duas ou três partes, trazendo, em geral, tramas mais elaboradas, ainda que exageradas como a aversão ao dinheiro em papel ou alienígenas que observam e aprendem com a humanidade, nem sempre coisas boas.
Mas vamos lá. O ano começa com Justice League of America #126 (jan/1976) onde temos “The Evil Connection!” de Gerry Conway, Dick Dillin e Frank McLaughlin que dá continuidade à tram…