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Lançamentos: Batman #102

Esta edição traz a primeira e segunda parte de Batman vs. Robin de Grant Morrison, Andy Clarke e Scott Hanna, publicadas em Batman and Robin #10 e 11. Na trama a atual dupla dinâmica descobre indícios de que Bruce Wayne está vivo e perdido no tempo e Robin é controlado ciberneticamente por sua mãe, Talia Head, filha de Ra’s Al Ghul, que de certo modo foi preterida no uso de seu filho como combatente ao crime. Apesar de ser uma trama de detetive, com direito à pesquisa, deduções e muitos diálogos tem um bom nível de ação.

Para completar a edição Batman: Streets of Gotham #08 com a primeira (de duas) parte do arco Noites alucinantes de Mike Benson (roteiro), Dustin Nguyen (lápis) e Derek Fridolfs (nanquim). Enquanto Detective Comics está ocupada por Batwoman é Streets of Gotham que faz o papel da série onde o homem-morcego age em coluio com a Polícia de Gotham City. Apesar de não ter produzido nada fenomenal, Streets of Gotham cumpre bem esta missão.

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Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
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Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…