Pular para o conteúdo principal

O fim da censura

A DC Comics, a Archie Comics e a Marvel Comics (está desde o início da década passada) não estão mais submetidas à censura do Comics Code Authority.

E daí?

E daí nada! É como o fim da WildStorm! Ninguém se importa!

Sem um órgão externo de censura as editoras criaram e criarão seus próprios. Mas a sociedade não reagiu a isto. Ninguém queimou revistas, revistas não foram banidas de bibliotecas e o assunto não saiu além do “meio” dos quadrinhos.

Ou seja: ninguém se importou!

Com vendas em queda há décadas, ninguém dá muita importância se Coringa pode ou não sugerir a homossexualidade de Robin em uma série mensal. Por sinal o assunto já se esgotou tanto que perdeu a graça.

Num mar de lançamentos os pais não se dão ao trabalho de verificar o quê os filhos leem. Quem se importa com indícios de violência e sexualidade reprimida nos quadrinhos, se a novela da seis há algo pior; se no Jornal Nacional há ataques terroristas e desastres naturais que fariam corar os autores; se na novela das nove e programas posteriores a sexualidade é tratada como cota para impressionar os telespectadores? Agora ao fazer um programa você tem que somar homossexuais, transgêneros, pessoas de difícil trato social e diversos não como uma forma de representar a sociedade, mas de causar impacto para conseguir a audiência.

O silêncio diante da saída da DC do Comics Code significa não somente que a autoridade censora já não tinha nenhuma força de fato, mas verdadeiramente que ninguém se importa com o destino de revistas em quadrinhos além da velha “meia dúzia de três ou quatro gatos pingados” que sempre esteve comprando e sempre comprará.

É uma jogada de marketing? É! Mas no final também o é um último ato desesperado para não ceder à Hollywood. Agora e daqui para frente hq's serão produzidas apenas para produtos para tenham visibilidade no cinema e na TV. O resto será feito para os carneiros, que aceitam o sacrifício em silêncio.

Me lembrou uma velha história da Mulher Hulk escrita e desenhada por John Byrne em que ele satiriza o CCA e as revisões do código. Procurem em suas coleções.

Postagens mais visitadas deste blog

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas porque há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas porque ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.
Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.
Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.
A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.
Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.
Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.
Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.
Após enterrar uma bomba de hidrogênio…

EaD: Como estudar sozinho em casa

Árvore genealógica do Superman

Em Krypton Chronicles, uma série que contava a história dos ancestrais de Kal-El a DC publicou a árvore genealógica abaixo.

Divirta-se!