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All-Star Squadron, a série

Série mensal da DC Comics, iniciada em setembro de 1981, que narrava aventuras passadas na Terra 2 no período da Segunda Grande Guerra Mundial. Não é uma série sobre a Guerra em si, já que se passa, em geral, no território americano enfrentando sabotadores, espiões, agentes além, é claro, de vilões, viagens no tempo e a total desconstrução da realidade.

Pode ser considerado por muitos como uma visão da Era de Prata sobre a Era de Ouro, já que trabalhava os personagens da Era de Ouro, mas sem aquela inocência às vezes improvável da década de 1940, e sem a qualidade de roteiros e desenhos com um quê de questionável em alguns casos.

Escrita e concebida por Roy Thomas, editada inicialmente por Len Wein e depois pelo próprio Thomas, esta série não apresenta apenas as aventuras da equipe título, mas também aventuras da Sociedade da Justiça da América e Sete Soldados da Vitória.

A série teve 67 números e três anuais e até 2010 não há planos para sua publicação no Brasil. Aqui em terras tupiniquins o grupo é conhecido como “Comando Invencível” (e algumas vezes como “Esquadrão Invencível”) através de uma ficha “Who’s Who” publicada na época de Crise nas Infinitas Terras, e de discretas participações na saga que abrangeu todo o Universo DC.


Grade de publicação

Ano

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1981









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1987

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Annual:

# 01 (1982)

# 02 (1983)

# 03 (1984)

Sobre a circulação: Na edição # 56 (abril/1986), Seção de Cartas, foi informado que a média de tiragem por edição dos 12 últimos meses foi de 195.291.

Como ao meu ver a série já se encontrava artisticamente em decadência neste período, suponho, e repito, suponho, que no primeiro biênio facilmente a série teve tiragem superior à 250 mil cópias, dado ao fator “hype” de lançamento de série nova e a arte que era mais bela e regular, além de cross-overs com a Liga da Justiça, que neste período também tinha boas vendas.

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Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

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Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…