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Star Wars: Rebellion

O primeiro arco de “Rebellion” (# 1-5, publicado em Star Wars # 1-5) dá continuidade a eventos anteriores que não são explicados na edição nacional.

Janek Sunber, tenente do Império, foi colega de infância de Luke Skywalker e tem inveja da posição do antigo amigo. Sabendo da importância dele, entra em contato com Darth Vader e finge se entregar para criar uma armadilha. Ao mesmo tempo Jorin Sol, recém resgatado das garras do Império tem implantes mentais que o levaram a entregar a posição da Aliança Rebelde!

Com texto de Rob Williams e arte de Brandon Badeaux, a história convence como ponto de partida da série e reflexão sobre as escolhas de amigos.

Devemos entender que o Império não era naturalmente maligno, ainda que fosse governado por seres malignos, e que pessoas sem opção profissional encontravam nas garras deste exército, fonte de trabalho e renda e por isso gostariam de garantir a continuidade de seus empregos. O desenho de Badeaux, feito sem arte final como a maioria dos trabalhos da Dark Horse no momento, consegue manter a atenção e o impacto, criando várias seqüências do excelente dose de ação, porém trafega no delicadíssimo limite entre o caricato e o quadrinho de herói.

Já o segundo arco “A jogada Ahakista” escrito por Badeaux & Williams, com arte de Michel Lacombe tem um clima de missão impossível.

Wyl Tarson esteve infiltrado em uma organização criminosa e passou informações à Aliança Rebelde. Descoberto, Tarson tem uma bomba implantada no cérebro e deve fazer um “último serviço sujo” para seu antigo empregador: ele deve ir a Ahakista e se aliar à Sardoth, fingindo estar em uma missão da Aliança e afastar o Império, destruindo o único interesse real deles no planeta. Porém Darth Vader se interessa em dizimar aquela célula revolucionária antes que eles realmente se aliem aos Rebeldes.



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