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Google não substitui o conhecimento


Em função da tragédia no RS, a rede de TV estadunidense NBC exibiu uma imagem que mostrava São Paulo na Amazônia.

A leitura que faço não é sobre a importância que temos para a cultura americana, certamente próxima de zero, visto que eu mesmo sou um refém da produção cultural daquele país e desconheço a produção cultural de minha própria terra. A leitura que faço é sobre o uso em massa dos recursos da web para pesquisa, que procura ganhar tempo e trazer à tona fatos relevantes.

Não é que para os americanos São Paulo é no AM!

O que realmente ocorre é que um responsável por criar o gráfico tinha pouco tempo para a pesquisa, e sabendo que São Paulo é uma cidade importante, tentou localizá-la em uma ferramenta semelhante ao Google Maps. Encontrou São Paulo de Olivença, esta sim no AM e não revisou o material, certamente pressionado com uma agenda de tarefas gigantesca.

A lição que fica não é a velha ladainha sobre a importância que eles nos dão, mas sim, sobre o fato que as enormes facilidades advindas da existência de dezenas de milhares de ferramentas de indexação e de facilitação não substitui o conhecimento.

E nem a revisão de texto.

Por isso, antes de publicar seu artigo, sua monografia, seu TCC ou seu post vá além da ferramenta eletrônica que lhe possibilitou aquela pesquisa e cheque os dados na fonte. Não creia que apenas por estar na importante e ter tido dezenas de centenas de replicações em redes sociais que o texto é verdadeiro ou que a informação realmente é consistente.

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