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Flash, a série de Panini Comics

Desde que decidiu publicar todas as 52 séries da DC Comics pós reformulação, muito se havia especulado sobre os mixes nacionais. Alguns ficaram evidentes desde o primeiríssimo momento como Superman (Superman, Supergirl, Action Comics) e as séries do BatmanBatman e A sombra do Batman.

Supus que Arqueiro Verde e Exterminador ficariam perdidos em alguma série de sete aventuras como a antiga Universo DC, mas para minha surpresa ambas foram alocadas em Flash, que volta a narrar as aventuras de Barry Allen, personagem, em parte responsável pela reconstrução do Universo DC agora fundindo os resquícios de DC + WildStorm + Vertigo.

Arqueiro Verde choca por ter um visual de super-herói ultrapassado, recontando a velha história do herdeiro de indústria de alta tecnologia que é aventureiro. Se você quer ler isto, leia na fonte: Homem de Ferro! E mesmo a DC já tinha feito melhor: Batman. É uma série esquecível que só deve ter uma sobrevida maior que seu primeiro ano em função da nova série de TV (Arrow) com o personagem. Mas nem vale como curiosidade para conhecer o Arqueiro.

Exterminador parece com os filmes de Bruce Willis onde ele é f@dão e mesmo enganado prova sua força, inteligência e subjuga os inimigos. Não é uma grande história, mas também não deve ser entendido como o próximo Cães de Guerra e então pode ser divertido de um jeito bizarro. É o conjunto básico de histórias de um mercenário que pode estar cansado de guerra e tem sempre que se provar para o mercado para constantemente se reinventar em sua profissão.

Já o personagem principal não tem uma história de impacto, com uma narrativa bem simples e de segunda linha que não prende muito a atenção. Curiosamente, por causa do mixes é a melhor coisa da revista.

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