Pular para o conteúdo principal

The Walking Dead, segunda temporada

[O resumo da ópera]
Após o choque inicial e a desilusão em função do estado não oferecer segurança, o grupo liderado por Rick Grimmes e seu colega Shane perde um de seus membros, a menina Sophia, o quê leva-os à uma busca que é estendida por que Carl, filho de Rick & Lori, é inadvertidamente ferido por Otis, morador da região em que se encontram.

Otis leva o menino e o pai para a fazenda de Hershell Greene, que a partir daí usam como base para a busca da menina. O grupo se envolve com a família de Greene, especialmente Glenn que passa a namorar Maggie, filha de Hershell.

Infelizmente acontecem uma série de tragédias. Primeiro Hershell acredita na cura dos zumbificados e os mantêm no celeiro, o quê é chocantes para o grupo que passou tantos percalços nas mãos dos mortos-vivos. Em seguida quando isto é descoberto por Shane, que se mostrava irrascível por estar apaixonado por Lori, esposa de Rick, sentimento que foi intensificado por ela estar grávida, certamente dele, o ex-policial decide eliminar todos os zumbis do celeiro. Para terminar as surpresas encontram Sophia dentro do celeiro, zumbificada!

A partir daí Shane perde lentamente o controle até que decide tentar eliminar Rick para ficar com Lori, Carl e o bebê. A velha questão do macho alfa, eliminando concorrentes e marcando território.

É o momento final da temporada quando uma horda de zumbis invadem a fazenda e eliminam parte dos sobreviventes.

Com a morte de Shane, a revelação de que todos as pessoas estão infectadas e morrendo iram ressurgir, Rick perde um pouco de sua credibilidade e afasta pessoas próximas, mas continua na liderança pela falta de opção do grupo.

Já se sabe que há outro grupo de sobreviventes que não tem as mesmas preocupações morais que Rick orientado por Dale tinha. Os leitores dos quadrinhos sabem que é o grupo do Governador, que irá modificar profundamente a série.

A segunda temporada, com treze episódios é uma adaptação (bem) livre do segundo encadernado Caminhos trilhados, utilizando também parte dos conceitos do primeiro encadernado, Dias passados.

Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…