Pular para o conteúdo principal

The Walking Dead [2x05] – Chupacabra


Daryl estende a busca por Sophia, se fere, tem delírios com seu irmão e se obrigado a questionar a estrutura de poder (Rick e Shane). Ferido na busca, que resultou numa primeira pista positiva, recebe uma bala de raspão de Andrea, que o confunde com um zumbi.

Lori está desesperada com a possibilidade de uma gravidez num mundo devastado e há o item da paternidade, que não foi questionado ainda.

Shane critica Rick sobre a insistência na busca de Sophia. Começa a existir uma inimizade entre eles, baseado no fato que ambos assumem posições de liderança e nem sempre são unânimes no mesmo assunto.

Hershell não consegue lidar com os visitantes e seus excessos de liberdades. Dá ultimatos à Rick sobre a permanência na fazenda, especialmente ao perceber a tensão sexual entre Glenn e sua filha.

Num encontro noturno, procurando um lugar para uma transa, Glenn entra no celeiro, para desespero de Maggie, e descobre uma população de zumbis presos no prédio!

Com treze episódios e pouco a contar, a segunda temporada, adapta uma fase diferente da série mensal. Hoje os arcos acontecem lentamente, há possibilidade de ver os futuros acontecimentos com meses – a série está na edição #91 – o quê torna mais intenso as surpresas que não param de vir. Mas no início Robert Kirkman, autor da série em quadrinhos, não sabia exatamente o tom da série. Nas primeiras 18 edições as coisas acontecem rápido demais. Assim, ao ver o mesmo material com um tratamento mais lento, dando espaço para percebermos a natureza real dos personagens é revelador. Um dos pontos positivos é a série de flashbacks sobre o início da infestação, sendo que o deste episódio é dramático: o exército solta napalm dentro da cidade para conter a praga.

Não sei se a série conseguirá se sustentar, usando este padrão, mas não deixa de interessante. De qualquer modo a terceira temporada já está garantida para 2.012/13.

Este episódio foi exibido nos EUA no domingo 13/11/2011 e no Brasil em 15/11/2011.
 

















Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…