Pular para o conteúdo principal

The Walking Dead [2x02] – Bloodletting


É fato! Com mais episódios – serão 13 nesta temporada – a série de TV The Walking Dead tem uma narrativa diferente da primeira temporada. Agora as coisas acontecem e há realmente um tempo para processar o acontecimento antes que a próxima bomba caia.

De terror ou thriller a série navega para um “drama num cenário apocalíptico”. Ninguém tem medo dos errantes (os zumbis, na terminologia da série) e estão mais dispostos a evitá-los. O medo só existe se houver muitos errantes e o espaço físico for curto e não houver saída.

Há sustos, sim. Realmente quando os errantes entram em cena ficamos com a vívida impressão que muitos irão morrer. À medida que surgem as fugas mirabolantes pensamos “por que não pensei nisto antes?”, mas lentamente as maneiras de escapar irão diminuir e logo haverá repetições. Mas deixemos isto para o futuro.

Aqui temos a continuidade da trama em que Carl Grimmes, filho de Rick e Lori, é alvejado acidentalmente por Otis. Na esperança de salvar o menino, Rick o leva, junto com Shane e Otis para a fazenda de um idoso veterinário chamado Hershell, um lugar paradisíaco neste inferno de mortos famintos e perseguidores.

O veterinário inicia a extração da bala – que repartiu-se em seis – mas necessita de mais equipamentos médicos que não possui em sua propriedade.

Otis, sentindo-se culpado, aceita guiar Shane a uma escola onde conseguirão os produtos e equipamentos necessários, enquanto o relutante Rick fica para fornecer sangue para Carl.

Maggie, filha de Hershell vai à floresta e traz Lori, deixando instruções para o restante do grupo conseguir ir à propriedade.

Dale, percebendo a febre de T-Dog, devido a um corte do braço no episódio anterior, pede que Gleen leve-o, enquanto o restante do grupo continua na estrada na esperança de ainda encontrar Sophia, já desaparecida na floresta há um dia e meio.

Boa dose de suspense, mas a dilatação da narrativa é bastante sentida e de repente percebe-se que em dois episódios pouquíssima coisa aconteceu. Isto pode influenciar negativamente a temporada.
































Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…