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The New 52: Continuidades permanecem, III


Paul Levitz tem a decisão mais inteligente até o momento em sua Legião dos Super-Heróis e a ligação com o Superman: vai esperar a poeira assentar para tentar construir uma história.

De qualquer modo ele teve uma experiência dolorosa na reformulação de 1.987.

O Superboy fazia parte da LSH e Byrne criou o conceito do universo-compacto criado pelo Senhor do Tempo.

O universo-compacto tornou-se um assunto doloroso nos quadrinhos e se tornou nota de rodapé nos anais com apenas três ou quatro notas para serem lidas. Uma fala sobre a Supergirl que se originou lá. Outra fala sobre o crime que o homem de aço cometeu naquele universo. Uma terceira falaria sobre o Superboy, que neste caso era uma versão adolescente do Superman. E por fim a última era que o planeta Terra daquele universo foi utilizado pela LSH para substituir a Terra do universo deles, destruída.

Ou seja só quem deseja mexer com continuidade bem antiga se interessa por estes assuntos. Assim, Levitz é o autor que tem a melhor posição em relação ao The New 52: esperar para ver no que vai dar.

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