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O retorno da ABRIL Jovem

Foi divulgado está semana que a Editora Abril Jovem irá publicar séries da DC Comics voltadas para o público infantil, adaptações das animações das décadas de 1.990, 2.000 e 2.010.

A Editora Abril publicou quadrinhos da DC Comics entre 1.984-2.002 mas desistiu depois que havia perdido anteriormente os direitos de traduzir quadrinhos da Marvel Comics para a Panini, que estabeleceu um braço no Brasil em parceria com a Mythos Editora que se tornou o estúdio de produção.

Ao meu ver a editora deseja testar a viabilidade e o retorno financeiro deste tipo de material, chamado de Animated ou Johnny DC, além de cimentar uma concorrência verdadeira para a próxima renovação de direitos autorais da DC no Brasil em fins de 2.011.

Vale lembrar que a aposta em vários projetos da DC no cinema como Dark Knight Rises, Green Lantern e Superman, além da presença constante dos personagens em produções animadas pode viabilizar economicamente a retomada pela editora que historicamente sempre tratou a DC como um material de segunda.

Há inclusive um boato que a Marvel tinha interesse que uma mesma editora-tradutora nacional publicasse o material de ambas as editoras para que: a) nunca houvesse uma concorrência real, e b) a editora-tradutora tendo público para 10 séries, dedicasse 7 para a Marvel e 3 para a DC, deixando a segunda sempre num plano inferior.

Apesar de tentar de defender de várias acusações com a explicação de que foi a última editora nacional a publicar material de heróis, especialmente sabendo-se que o auge das tiragens foi com a EBAL e RGE (atual Globo), o legado da Editora Abril na memória dos leitores é o formatinho, os cortes de páginas, os cortes de textos – e a manipulação dos mesmos – e uma política pouco expansionista.

Certa ou errada a Panini Comics atira para tudo quanto é alvo no ramo dos quadrinhos. Publica Marvel, DC, Image/Top Cow, Dargaud e dezenas de mangás. Com a Abril havia apenas um limite de títulos e nunca o aumento real.

O retorno da Abril deve ser visto apenas como o início de uma retomada a um estilo de publicar quadrinhos importados que é incapaz de fomentar o próprio crescimento.

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