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Liga da Justiça: Geração Perdida

Anos atŕas um empresário decidiu financiar as atividades da Liga da Justiça. O empresário chamava-se Maxwell Lord e estava sendo influenciado por uma consciência alienígena.

Liberto da consciência, Lord continuou com a equipe, até que as constantes reformulações fizeram o personagem ser esquecido.

Lord tinha uma agenda própria e anos depois retornou ao foco das atenções controlando uma agência de espionagem, contra-espionagem e anti-terrorismo chamada Xeque-Mate.

No decorrer destas ações Lord matou o Besouro Azul II e fez com que o Superman atacasse o Batman tencionando matá-lo. A Mulher Maravilha temendo que os poderes mentais do empresário voltassem a influenciar o homem de aço, quebrou o pescoço de Lord, não sabendo que as imagens estavam sendo transmitidas para TV por um computador dotado de inteligência artificial.

Lord morreu! Mulher Maravilha foi julgada e inocentada!

Mas ao final de A noite mais densa vários heróis e vilões retornam da morte. Entre eles Lord.

Primeiro erro: morto recente e com uma tragetória tão bem definida, com vida, ações e morte com um sentido próprio, Lord não deveria ter voltado da morte.

Ao saber da volta do vilão os heróis do DCU passam a procurá-lo, mas Lord usando uma máquina tola amplia sua influência mental e faz com que os habitantes da Terra esqueçam de seu nome e de sua vida. Como estavam no local do evento, Capitão Átomo, Gelo, Fogo e Gladiador Dourado não foram atingidos pela onda mental e sabem quem é Lord e o quê ele fez.

Segundo erro.

Retornam com o vilão, fazem com que todos esqueçam a sua história e ainda tentam vender esta história para o leitor.

A morte do Besouro Azul perde o sentido. Seu sacrifício maior para tornar possível uma pista para se rastrear o responsável por uma série de ações no universo ficcional tornou-se um exagero.

É uma pena a necessidade de se explorar ao máximo um tema que já tinha sido concluído de maneira razoável.

Isto é o argumento de Liga da Justiça: Geração Perdida de Judd Winick e Keith Giffen. Apenas mais um triste e fraco embuste para atrair leitores saudosistas e desinformados e ver se é possível tirar água de pedra.

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