Pular para o conteúdo principal

Family Crisis (1984)


Kurt Busiek (Astro City, Vingadores, Liga da Justiça/Vingadores, Trindade) velho conhecido nosso escreve este pouco inspirado encontro em 1.984 e Allan Kupperberg desenha. Publicado em Justice League of America v1 # 231-232, inédito no Brasil.

Pouco inspirado por que lembra em muito os temas que o autor desenvolveria com mais propriedade em Astro City, como deuses com personalidades muito humanas. Ou seja, o foco da história lembra em muito as histórias mais modernas do autor, o quê não desmerece o nominado (na página de abertura da edição 231) 22º encontro da Liga e Sociedade da Justiça.

Aqui o cientista Dr. Joshua Champion tem contato com outra dimensão e é seqüestrado pelo Comandante, uma criatura de gigantesco poderes, uma mistura de líder militar e deus que absorve a energia de seu povo.

A família Champion com restígios da energia que ocupa o corpo do pai, consegue reunir a Liga e Sociedade da Justiça, e as equipes resgatam o cientista e vão para um enfrentamento com o Comandante na dimensão da criatura, sendo que o palco final do confronto é a Terra-2.

Tudo funciona bem. A Liga da Justiça ainda não era a Liga de Detroit (a partir do nº 233), Monitor (de Crise nas Infinitas Terras) aparece vigiando as duas equipes e até inadvertidamente auxiliando-as, Flash (Barry Allen), na época acusado pelo assassinado do Professor Zoom é aceito de volta na equipe e mais importante temos a informação que na Terra-2 a história do Multiverso era pública!






Sim! Um guarda de rua narra para uma criança a síntese do Multiverso deixando bem claro que pessoas educadas tinham conhecimento do fato naquela dimensão!

Não tenho notícias se o Comandante voltou a aparecer novamente.

Alguém se habilita a corresponder?

Veja aqui a listagem completa das Crises!

Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…