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Júlio Verne e a ficção real

Toda vez que vejo um artigo sobre os acertos de Júlio Verne penso como somos pequenos. Verne era um escritor de ficção fantástica e atirou para todas as direções com viagens à Lua, aos mares e ao centro da Terra, apenas para citar algumas. Numa época em que o cinema não consegue ter ideias novas e necessita de revisões de livros e quadrinhos para se manter rentável, Verne volta à tona por que “adivinhou” que no centro da Terra havia água.

Bobagem!

Ela atirou e acertou. Sem critério científico algum ele foi capaz de produzir meia dúzia de acertos, assim como outros autores. Nestes momentos estranhamente se esquecem os erros apenas para privilegiar um chutômetro baseado na racionalidade.

Quando houver realmente robôs ou andróides certamente os cientistas usaram uma variação das “3 Leis da Robótica” de Isaac Asimov simplesmente por que é lógico que o faça. Dizer que o homem irá ao espaço em uma cabina pressurizada e impulsionada por uma força explosiva não tem nenhum efeito revolucionário se não for explicado como. Seria o mesmo que atribuir credibilidade a Genny Rodenberry (criador de Star Trek) apenas por que daqui a 300 anos, alguém usando um cristal ou força magnética consiga simular a gravidade artificial como nas ficções.

Mas minha mãe, profunda pensadora, já dizia “Papel aceita tudo, inclusive merda!

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