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Star Wars: O despertar da Força Negra

Segundo livro daquilo que comumente passou a ser conhecido como “A trilogia de Thrawn” em referência à existência de um novo grande almirante no comando da frota do Império, o único alienígena; O despertar da Força Negra se passa cerca de 5 a 5 anos e ½ depois do filme O retorno de jedi.

A trama geral é que no último ano os restos do Império passaram a ser comandados por alguém de pulso firme e objetivos definidos, o Grande Almirante Thraw. A partir daí a Aliança Rebelde, agora Nova República passa a ter dificuldades em suas vitórias e amargar algumas derrotas. Devemos entender que a morte do Imperador e de seu principal subordinado, Darth Vader, não encerrou com a existência do Império, mas foi um golpe crucial na estrutura governamental, especialmente pela conquista de Coruscant, capital do Império e nominada pela primeira vez nesta série de livros.

Um dos generais da República é acusado de corrupção o quê leva Han Solo e Lando Calrissian à uma busca por sua inocência ou de um complô envolvendo outros colaboradores da Nova República. Enquanto Leia Organa Solo, grávida de gêmeos, vai ao planeta dos noghri acompanhada por Chewbacca para entender a relação deste povo e o Império, iniciado por seu pai Darth Vader. Já Luke Skywalker, sempre indeciso e à procura de um “mestre” segue as pistas que o levam à Joruus C'baoth, um mestre jedi enlouquecido – na verdade, um clone enlouquecido. Para coroar a trama dois detalhes: o contrabandista Talon Karrde está na mira do Império por ter auxiliado Luke no volume anterior e deseja reverter o quadro oferecendo ao grande almirante a Frota Katana, uma lendária frota de destróiers desaparecida há 45 anos – a tal “Força Negra” do título do livro; e a situação nada confortável de Mara Jade, anteriormente a Mão do Imperador, que deseja salvar Karrde e tem que se aliar à Skywalker a quem odeia e culpa pela destruição do Império e pela morte de seu amado Imperador.

Mais 400 páginas de uma boa literatura de aventura, cheia de reviravoltas, sequências dispensáveis apenas para dar volume à obra e alguma complexa tensão política.

Publicado no Brasil pela Editora Best Sellers em co-edição com a Editora Círculo do Livro em 1.992, tradução de Luiz Fernando Martins Esteves do original Star Wars: Dark Force Rising, ISBN 85-7123-428-0.

[O universo expandido]
O livro faz parte do Universo Expandido de Star Wars, que envolve o material adicional aos filmes: séries de TV (animação e computação gráfica), quadrinhos e livros.

No Brasil pouco do material de quadrinhos publicado pela Marvel Comics foi lançado, e mais recentemente a Editora On-Line tem uma série mensal regular com periodicidade superior há três anos.

Já os livros não são lançados aqui, exceção à Trilogia de Thrawn e um romance publicado ainda nos anos 1.980. Há mais de uma centena de livros lançados nos EUA e algumas séries ainda continuam a ser publicadas, especialmente as que tem envolvimento com As guerras clônicas, que possui uma série de animação própria ainda em exibição. Outras séries são encerradas após um ciclo de livros.

Assim como os livros da franquia Star Trek, os livros de Star Wars merecem uma atenção das editoras nacionais.
Star Wars: A trilogia de Thrawn
ou
A trilogia Herdeiros do Império
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