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A ressurreição de Ra's Al Ghul

Um dos piores arcos da fase de Grant Morrison com Batman, mas a culpa não é do carequinha e sim que o arco é um daqueles eventos que interligam as séries, aqui: Batman Annual #26, Batman #670-671, Robin #168-169, Nightwing #138-139 e Detective Comics #838-839, publicado em Batman # 72-74 e com epílogo na edição seguinte.

Ra's voltou, está com um corpo deteriorado, quer o corpo de Damian, mas depois de conflito entre Robin e Damian e entre Robin e Asa Noturna, pois o primeiro foi convencido que Ra's poderia ressuscitar seus pais, temos Batman levando Ra's à Nanda Parbat para usar uma fonte especial e enfrentar o Sensei, atual líder de uma dissidência da Liga dos Assassinos, sugerindo que este último possa ser o pai de Ra's.

Na série Batman a arte é de Tony Daniel – muito semelhante ao traço do Jim Lee – e Jonathan Glapion, mas a soma das partes geralmente boas destas séries não funciona a contento, especialmente as partes desenhadas por Ryan Benjamin.

No final Ra's consegue um corpo de alguém com DNA semelhante que não é Damian e no epílogo fica preso no Asilo Arkham recebendo drogas como um criminoso comum após Batman falsificar alguns documentos. É uma decisão fria do homem-morcego e não se vê ele concordando com a conduta de Amanda Waller e do governo americano de enviar os vilões para O planeta dos condenados em outras séries. Se num lugar ele concorda em enviar um vilão milenar para um período de hibernação longe de tudo e todos, por que não concorda com a posição americana?

Realmente não é uma história boa.

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