Pular para o conteúdo principal

EaD e Hq’s

O ensino a distância (EaD) ganhou a capa de Nova Escola # 227 (novembro/2009) onde se comenta os aspectos positivos e negativos deste tipo de curso.

Sou tecnólogo em gestão de sistemas informatizados. Tecnólogo é curso superior, porém não o clássico “bacharel” e normalmente é apresentado em um formato diferenciado com quatro ou seis semestres em contraponto ao bacharelado que, em geral, tem oito a dez semestres.

Há, nos cursos de tecnologia (e não “cursos técnicos”, que são equivalentes ao segundo grau) uma concentração em disciplinas que tenham grande relação com o uso que o aluno irá fazer. Normalmente há perda em áreas de humanas e alguma coisa em exatas.

Entre 2007-2009 fiz minha primeira pós-graduação onde escolhi, por questões de logística o curso “Produção de Software (com ênfase em software livre)” pela Universidade Federal de Lavras (MG), que possui 450 horas de carga horária. Atualmente o curso mudou o nome para “Engenharia de Software (com ênfase...)” sem alterar nenhuma das matérias ou cargas horárias.

Foi minha primeira experiência em ensino à distância e aviso que há mitos, sim (todos podem ser vistos na matéria de Nova Escola #227).

O aluno tem que ser mais disciplinado, ter objetivos, metas, mas realmente como há um temor quanto ao material disponibilizado, este [o material] tem uma qualidade que não se vê nos professores nas aulas presenciais – existem, sim, algumas aulas presenciais.

No último domingo (13/12) fiz o vestibular para um curso de bacharelado em Administração Pública pela Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (MG). Havia 475 candidatos para 50 vagas!

Este curso será em EaD e apresentará este universo de possibilidades para esta região.

Não foi sem surpresa que vi – através do UniversoHQ – que a Universidade de Fortaleza está oferecendo o curso de extensão em História em Quadrinhos à distância. Com custo de apenas R$ 120,00 (cento e vinte reais), aconselho aos amigos – mesmo sem curso superior, já que é apenas um curso de extensão – a lerem a apresentação e, se possível, ingressarem no curso.

Grande abraço.

Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…