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O fim de semana dos mortos I

Fim de semana sem muitos lançamentos e com um sensível atraso da Panini que ainda não distribuiu Superman-Batman, tive oportunidade de ver o final da saga dos Vingadores e Invasores.

A história é claro voltou ao normal e os heróis não conseguiram guardar as informações para o futuro. No entanto Krueger & Alex Ross reintroduzem o Visão clássico (da Timely, pré-“Visão-Roy-Thomas-dos-Vingadores”) e ressuscitam o Centelha, o parceiro mirim do Tocha Humana clássico.

Recentemente foi anunciado que este Tocha ganhará nova série mensal.

Após doze números a série tem bastante coesão e ação, mas certamente só a dupla de autores é que deverá voltar a trabalhar com as pontas de eles próprios criaram.

Leve lembrar que desde 1.999 com Terra X (recém editada integralmente no Brasil pela Panini num caríssimo álbum) e depois com Paraíso X e Universo X, além de uma série de especiais a dupla trabalha em conjunto. Juntos eles fizeram a série Justiça para a DC Comics.

Buffy – 8ª temporada certamente foi publicado no Brasil pelos ótimos índices de vendas. É bom para fãs da série de TV que não passou na TV aberta no Brasil e então poucos conhecem. Mas lembrem-se que não é a primeira história de Buffy publicada por aqui. Em 2001 houve uma primeira tentativa de ressuscitar a Wizard Magazine. Durou somente uma edição, mas trouxe dentro uma história curta da caça-vampiros.

Novos Titãs está em fase de reestruturação. Primeiro as séries Robin e Batman & Os Renegados estão próximas do fim. Com o desaparecimento do homem-morcego e conseqüente morte em Crise Final, até ressurgir na página final o problema pode se espalhar. Tim Drake acredita que o mentor está vivo e assume o manto de Red Robin – uma variação de Robin criada por Alex Ross em O reino do amanhã -, Dick e Damian não acreditam no fato e assumem as séries Batman, Detective Comics e Batman & Robin. Já a equipe de heróis fora da lei volta a se chamar simplesmente “Renegados” – algo que já tinha acontecido na década de 1980.

Já a série principal do título é um pouco confusa. “Teen Titans”, em português Turma Titã, série de personagem adolescentes da DC, orientados por Ciborgue e Estelar passam a ter mais autonomia, até por que os adultos da equipe migraram para a equipe principal. Mas certamente a série deve balançar depois dos retornos ao final de Legião de 3 Mundos. Dois membros mortos da equipe retornarão!

Titans” está começando e ainda explora as ligações de Ravena e seu pai, Trigon. Por enquanto esta está sendo a linha narrativa, mas já se sabe que em ano de “A noite mais densa” irá explorar os vários mortos da equipe. A equipe tem uma quantidade de mortos que remonta a “Contrato de Judas”, “Crise nas Infinitas Terras” e “A saga do Gnu”/”O ardil de Jericó”.

Por sinal “A noite mais densa”, inédito no Brasil, em seus números 3 e 4 consegue matar mais gente que a contabilidade final de Crise. Está eletrizante! Quem puder que leia no original! Ivan Reis arrasa em cada página!

Por fim, o quê realmente vi que me encheu os olhos foi “História do Universo DC” de Marv Wolfman e George Pérez.

Wolfman consegue organizar os tópicos da eras históricos da DC Comics de modo que é realmente possível entender as Terras, então fundidas.

Ele consegue fazer um livro histórico, sem ação e cheio de pin-ups parecer o quê é “um guia básico de referência da editora” e o leitor ter prazer em afirmar isto. É uma obra que merecia capa dura e páginas costuradas, de modo a ser possível abrir a edição e ver todos os detalhes da arte de Pérez.

Após Crise houve duas grandes reorganizações temporais. Uma em Zero Hora e outra em Crise Infinita. Para refletir isto a Panini juntou na edição os capítulos a “História do Universo DC” publicados na série semanal “52”, escrito e esboçado por Dan Jurgens com finais de Norm Rapmund.

A obra de Jurgens não destoa o trabalho de Wolfman & Pérez apenas o complementa e mostra de uma grande empresa de entretenimento não pode ficar impassível criando verdades absolutas.

Ainda assim, o quê chama a atenção é a obra principal, que publicada nos EUA em 1.986 só tem agora uma chance de ser lida pelos leitores brasileiros, 23 anos depois!

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