Pular para o conteúdo principal

Crise no século 30 (1.977)


Escrita por Paul Levitz & Martin Pasko e arte de Dick Dillin, publicado em Justice League of America v1 # 147-148, este encontro reúne a Liga da Justiça, a Sociedade da Justiça e a Legião dos Super-Heróis.

Na primeira parte Mordru, mago do futuro e vilão da Legião, seqüestra as equipes do passado para que elas obtenham sucesso onde a equipe do futuro falhou: resgatar o jarro, o sino e a roda, objetos místicos ligados aos demônios Abnegazar, Rath e Gasth. Seu objetivo é utilizá-los para liberar os malignos seres de uma prisão ancestral e controlá-los para dominar o universo conhecido.

Libertos os demônios aprisionam Mordru e como têm poderes equivalentes, usam as três equipes para lutarem entre si, cada uma defendendo um demônio.

Enquanto as equipes lutam, uma parte da Legião tenta libertar o Arqueiro Verde e Canário e então a Liga decide permitir ser derrotada para que a balança entre os demônios se altere. No final o demônio vencedor é preso no satélite da Liga misticamente restaurado no futuro.

Ao retornar para o passado o Lanterna Verde altera a memória dos colegas de modo que esqueçam o encontro.

Apesar de co-escrito por Paul Levitz, simplesmente o melhor escrito da Legião dos Super-Heróis, o encontro é fraco e mal desenvolvido. O conflito seria interessante de se tratar mas algumas soluções fáceis como a semi-derrota de Mordru no primeiro número pelos heróis para em seguida atacá-los com força total lembra uma estratégia para ocupar páginas ocas.

No geral é um bom encontro, mas como realmente as edições tem mais páginas do que o padrão, poderia ser melhor organizado em um arco de três partes sem páginas extras.


Veja aqui a listagem atualizada das Crises da DC Comics.

Postagens mais visitadas deste blog

EaD: Como estudar sozinho em casa

Lost – A sexta temporada: Um resumo bem pessoal de Lost, até o episódio 9 da sexta temporada.

Existe uma ilha com propriedades magnéticas e místicas. Magnéticas por que há um contador da energia que se acumula na ilha. E místicas por que ela possui um mecanismo que pode ser utilizado para alterar sua posição no tempo e espaço.

Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

Este segundo pode se tornar uma fumaça escura que agrupada pode se tornar pessoas – geralmente entes queridos mortos – ou ser usada para destruição. Durante muitos anos, nós expectadores, achávamos que era nano-tecnologia que tem conceito semelhante.

Em 1.867 um navio chega a ilha trazendo Ricardo que se tornará agente externo de Jacob. Ricardo se torna imortal graças aos poderes de Jacob.

Um núcleo de pessoas sempre habitou a ilha. Possivelmente atraídos por Jacob. Sempre.

Após enterrar uma bomba de hidrogên…

Os Vingadores vs O Esquadrão Supremo

(Ou Como as histórias não são realmente como nos lembramos)
Não tenho nenhum entusiasmo pelos encontros entre Os Vingadores e Esquadrão Supremo. Nenhum! Ao contrário acho histórias imbecis, mas talvez seja um ranço contra Roy Thomas. Explico: na infância eu odiava os Vingadores de Thomas e por extensão o próprio, mas gostava muito da arte de Conan (Buscema & Zuñiga) ou qualquer coisa feita por Neal Adams como a Guerra Kree-Skrull ou X-Men.

Já adulto um amigo disse que o sujeito era bom e eu fui reler as histórias: não eram tão ruins quanto a lembrança. Inclusive conheci e comprei os setenta números de All-Star Squadron que eram do próprio.
Por fim, descobri que metade daquilo que eu não gostava em Thomas na verdade não era dele... era do Englehart, um sujeito também superestimado pela indústria, que só acertou uma vez: em Batman!
Vencido o preconceito contra o escritor, veio o problema da maturidade: as histórias dos anos 1960 só funcionam lá, especialmente as de super-grupos co…