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Filmes do mês: Brüno

Brüno (2009), com o mesmo Sacha Baron Cohen de "Borat" é como o filme anterior: incômodo por que nos mostra que somos preconceituosos e fúteis. No filme o homossexual afetado Brüno, austríaco que acha Hitler o máximo, é demitido de um programa de TV e vem para a América tentar a fama, uma trajetória em muito semelhante ao repórter cazaque Borat.
O resultado é um filme bem mais pesado e por isso mais realista, ainda que em muito momentos fique bastante inadequado a um público que não seja completamente adulto. Cheio de piadas racistas como uma criança africana que foi adotada em troca de um iPod, uma cantora (Paula Abdul) que não se importa de sentar em homens para se exibir em um programa de TV ou ainda as constantes insinuações sexuais do personagem, o filme é uma dica 10 para quem gostou de Borat, mas deve-se fugir quem não tiver a capacidade de diferenciar o conteúdo do filme da sátira que Sacha Cohen deseja provocar.

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Dois seres habitam esta ilha. Um deles, Jacob, está impedindo que o outro, ainda sem nome, saia.

Jacob pode sair da ilha e pode atrair pessoas para lá.

A função de Jacob é impedir que o outro saia da ilha. O segundo deseja matar Jacob para poder sair.

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