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A morte do Superman em 3 atos: Ato três – A infinita tentativa de reeditar o sucesso


Daí, a cada arco, a DC queria reeditar o sucesso. Primeiro retornou o Bizarro, um clone defeituoso do herói, depois criou uma praga de clones que atingiu o belo Lex Luthor II e deixou claro que ele era um clone. Deformado, Lex decide destruir Metropolis (em Action Comics # 700!).

Depois, surge Massacre, um alienígena que esmurra o Superman, tentando desesperadamente reeditar o sucesso de um ano antes!

Nessa época, Lana Lang entendendo que não poderia ter Clark para si, aceita casar-se com Pete Ross, então senador.

Vem Zero Hora, uma megassaga da DC em 1.994, onde um vilão tenta reescrever a história para impedir a destruição de sua cidade.

A única alteração com Zero Hora foi a inserção de Conduíte na história do Superman – um vilão tolo que tinha ciúmes de Clark Kent, e já faleceu e possivelmente poderíamos considerar que em algum momento a história foi reescrita e ele apagado!

Com a “Morte...” viva na lembrança a DC fez “Voltar a Morrer” (onde o Superman tinha que provar que o corpo no Mausoléu não é o dele) e “A Morte de Clark Kent” (onde Conduíte ameaça os familiares de Clark e ele finge temporariamente a sua morte).


Logo, uma raça alienígena responsabiliza Kal-El pela destruição de Krypton, em “O Julgamento do Superman”, e Lois termina o noivado.

Tolinhos, tudo deu certo e o supercasal voltou às pazes, casou e teve uma lua-de-mel agitada, já que neste interim já tinha acontecido uma saga chamada “Noite Final” (1996) e o Super estava sem poderes.

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