Scooby Apocalypse #01 de Keith Giffen, JM DeMatteis e Howard Porter
Enquanto muita
gente, inclusive eu, está dando atenção à iniciativa DC Rebirth
algo que me chamou a atenção foi a edição um de Scooby Apocalypse
de Keith Giffen, JM DeMatteis e Howard Porter – com capas
alternativas de Jim Lee e Neal Adams, entre outros.
Welma trabalha no
Complexo que desenvolve diversas pesquisas, sendo uma delas o cão
manso Scooby. Salsicha trabalha no mesmo complexo há três anos e
desenvolveu uma simpatia com o experimento fracassado, já que Scooby
era para ser violento.
Temendo novos
experimentos e seus resultados, Welma convoca a apresentadora de TV
Daphne e seu câmera, Fred para secretamente fazer uma matéria sobre
o Complexo e divulgar os segredos.
Mas algo dá errado!
E muito!
A DC tem repaginado
seus personagens da Hanna-Barbera, mas a série que me chamou
realmente a atenção foi esta que reúne gente do calibre de Giffen
& DeMatteis (Liga da Justiça) e Howard Porter (LJA) e consegue
fugir do óbvio reapresentando os personagens em um contexto de trama
conspiratória em escala global e personalidades de TV em franca
decadência.
Achei divertido.
Rebirth Aquaman [2016]
Nem precisou esperar muito para ver mais do mesmo.
Action Comics #957 não é surpreendente, mas é necessária para arrumar a bagunça do homem de aço. Batman e Mulher Maravilha precisavam apenas de pequenas correções. Já Aquaman precisa de o quê?
De tudo ou de nada.
Aquaman, romance com Mera, dissidentes insatisfeitos, alguns homens da superfície temerosos de um novo ataque e Black Manta. Está tudo lá, em maior ou menor dose mas sem definir o tom da série e sem ousar. Quando terminamos de ler a edição não fica nada, sequer uma curiosidade para a série regular.
Apesar de gostar muito do trabalho de Dan Abnett (texto) em Legião, acho que está é a edição mais decepcionante até o momento. Arte de Scot Eaton e Mark Morales & Oscar Jimenez.
Action Comics #957 não é surpreendente, mas é necessária para arrumar a bagunça do homem de aço. Batman e Mulher Maravilha precisavam apenas de pequenas correções. Já Aquaman precisa de o quê?
De tudo ou de nada.
Aquaman, romance com Mera, dissidentes insatisfeitos, alguns homens da superfície temerosos de um novo ataque e Black Manta. Está tudo lá, em maior ou menor dose mas sem definir o tom da série e sem ousar. Quando terminamos de ler a edição não fica nada, sequer uma curiosidade para a série regular.
Apesar de gostar muito do trabalho de Dan Abnett (texto) em Legião, acho que está é a edição mais decepcionante até o momento. Arte de Scot Eaton e Mark Morales & Oscar Jimenez.
Bizarro [2016]
A coisa mais divertida em Bizarro (Panini Comics, 2016) de Heath Corson e Gustavo Duarte é o quê não está lá. Não há preocupação com continuidade, com versões, com nada. Ainda que o Superman seja o de Os Novos 52, o Clark é claramente o anterior e isto vale para diversos outros personagens que aparecem na edição especial que reúne as seis primeiras edições da série regular e um preview.
Gustavo Duarte tem um traço leve, divertido e que funciona bem na edição. Seu Rei Tut é inesquecível, seus agentes do FBI... desculpe, agentes da Argus são a cara de Scully & Mulder (ou não tão parecidos assim); seus alienígenas são divertidos e não há preocupação em se levar à sério!
A trama é simples que dá dó! Bizarro aparece em Metropolis e Jimmy Olsen resolve explorar o coitado e seu chupa-cabras de estimação fazendo um road comics e tentando chegar ao Canadá (os Estados Unidos Bizarro!) enquanto produz fotos para um livro de arte e, por extensão, ganhar muito dinheiro.
Evidentemente nada sai exatamente como o planejado, mas a diversão é garantida especialmente no quesito participações especiais, que vão de Superman, a Zatanna, passando por gente do quilate de Desafiador e Jonah Hex.
Vale muito a pena!
Gustavo Duarte tem um traço leve, divertido e que funciona bem na edição. Seu Rei Tut é inesquecível, seus agentes do FBI... desculpe, agentes da Argus são a cara de Scully & Mulder (ou não tão parecidos assim); seus alienígenas são divertidos e não há preocupação em se levar à sério!
A trama é simples que dá dó! Bizarro aparece em Metropolis e Jimmy Olsen resolve explorar o coitado e seu chupa-cabras de estimação fazendo um road comics e tentando chegar ao Canadá (os Estados Unidos Bizarro!) enquanto produz fotos para um livro de arte e, por extensão, ganhar muito dinheiro.
Evidentemente nada sai exatamente como o planejado, mas a diversão é garantida especialmente no quesito participações especiais, que vão de Superman, a Zatanna, passando por gente do quilate de Desafiador e Jonah Hex.
Vale muito a pena!
Rebirth Wonder Woman [2016]
Mulher Maravilha não é um título que realmente ninguém se preocupe. Boas histórias, más histórias e a vida segue. É possível fazer um apanhado de excelentes histórias que vão de temas distintos como o Panzer Vermelho (1976), o reboot com George Pérez (1987) ou a passagem de Greg Rucka (2005).
A DC percebeu que Rucka foi um fator determinante para que a série ganhasse vida e importância no meio da década de 2.000 em meio a eventos gigantescos. Depois de a personagem ter uma longa experiência com Straczynski e mais recentemente com Azzarello a editora decidiu chamar novamente o Rucka para reapresentar a heróina, e ele produz uma edição bem pé no chão.
Diana tem dúvida de sua origem, repassa rapidamente os principais pontos discordantes da atualidade ("Something's happening... in my memory... The story keeps changing", diz no diálogo de abertura), e vai em busca de informação.
Rucka acerta no tom que evoca sua passagem na série e garante a minha diversão. Arte de Matthew Cark & Sean Parsons & Liam Sharp e Jeremy Colwell & Laura Martin.
Star Wars: Marcas da Guerra [Aleph, 2015]
Marcas
da Guerra o primeiro livro da trilogia Aftermath tem todos
os defeitos e muitas das qualidades da série cinematográfica. Reúne
personagens improváveis e pede, melhor, implora, para que você se
importe com eles.
Aqui
Norra Wexley retorna para casa, o planeta na
orla exterior Akiva, depois de ter servido na Aliança
Rebelde, agora Nova República. Rebelde na adolescência
se filiou à organização assim que seu marido foi preso pelo
Império. Sua esperança era reencontrá-lo, algo que não se
concretizou. Agora quer reencontrar o filho que abandonou em nome desta aventura, juntar os frangalhos da
família e sair do planeta o mais rápido possível.
Mas
eis que Akiva foi escolhido pelos escombros do Império para
sediar uma reunião que determinará o estado atual do Império após
a derrocada da segunda Estrela da Morte. Então repentinamente
Norra está envolvida com o resgatar de um dos principais pilotos da
Nova República, assim como também com a tentativa de assassinato de
um dos líderes militares do Império, ao mesmo tempo em que tem que
resgatar a confiança de seu filho Temmin.
Nestes
tempos de Esquadrão Suicida – e que fique bem claro, eu
conheci o Esquadrão em 1.989 quando da publicação de Lendas
no Brasil – fica aquele ranço na boca resultante da reunião de
tão improváveis personagens: Norra, Temmin
agora um contrabandista, Wedge Antilles um sobrevivente da
trilogia cinematográfica constantemente explorado no universo
estendido; Jas Emari uma zabrak mercenária; Sinjir Rath
Velus um ex-agente de lealdade imperial, além de uma boa
personagem pelo lado do Imperério a almirante Rae Sloane, que tem a
difícil missão que conseguir algo efetivo tendo que trabalhar com
mão de obra muito desqualificada e inexperiente. O difícil é que
para a história realmente funcionar você tem que se importar com
eles. Caso contrário é apenas um desfile de personagens
improváveis.
Um
dos problemas é que há muitas cenas que começam sem uma
apresentação adequada dos personagens, isto sem contar com duas ou
três sequências que aparentemente não colaboram com o contexto
geral do livro, mesmo que uma traga um personagem querido.
É,
certamente, um livro que ganhará com o formato trilogia, pois no
primeiro volume não conhecemos ninguém, mas ao final estamos
procurando um fim adequado para todos os personagens.
DC Rebirth: Action Comics #957
Certamente os fãs sabem que o maior problema para arrumar em Rebirth é o Superman. Era ele que não funcionava direito em Os Novos 52: com uma gola de padre, que nem de longe lembrava Jesse Custer, Kal-El tornou-se um personagem ruim que só teve uma glória.
Qual?
Namorar Diana, a Mulher Maravilha.
Fora isto foi um personagem lamentável. Abaixo da média.
Assim, quando a DC Comics publicou Convergência e a versão do homem de aço da continuidade anterior vendeu bem o suficiente para garantir uma nova série mensal, pareceu que era apenas uma questão de tempo até que o personagem fosse incorporado à continuidade atual.E isto aconteceu rapidamente. Primeiro a DC limpou o caminho em Superman #52 matando o Superman e fazendo seu funeral em Superman: Rebirth. Ok.
Agora é ter a boa vontade para entender a explicação meia boca que virá, e tenha certeza: ela virá! E será meia boca!
Path of Doom, parte 1 que começa em Action Comics #957 é escrita por Dan Jurgens e tem arte de Patrick Zircher e narra uma trama básica. Ao ver Luthor tornar-se o herói de Metrópolis e usurpar o símbolo do Superman, o Superman da continuidade anterior decide assumir publicamente a identidade do herói. Conflito com Luthor, retorno de Maggie Sawyer para Metropolis e duas reviravoltas na edição que aponta um bom caminho.
Não é perfeita, mas talvez seja o necessário para recuperar o herói!
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