Marvel's Agents of SHIELD [1x03] - The asset
Cientista que estava
sendo transportado pela SHIELD, é sequestrado por empresário que
vive em país sem tratado de extradição. Lá o empresário, antigo
parceiro de pesquisa, oferece condições técnicas e financeiras
para desenvolver um projeto de estudo de gravidade ao dr Frank
Hall.
Cabe aos agentes
comandados por Phil Coulson aproveitarem o status
indefinido de Skye que ainda é membro da Maré Alta, e
que através desta conseguiu um convite para um evento de
demonstração, resgatarem o dr. Hall.
Mas será que ele quer
ser resgatado?
[Comentários]
Aparentemente a série
aproxima-se de um formato que irá deliberadamente buscar personagens
de menor expressividade da Marvel Comics para transformá-los
em personagens do universo compartilhado de cinema e TV. Frank Hall é
um desses e de um modo geral sua “origem” guarda semelhanças com
os padrões de origem nos quadrinhos: um acidente que deveria
resultar em morte faz surgir um superser.
Se Skye já está sendo
usada com mais inteligência, a dupla de cientista Leo Fitz &
Jemma Simmons ainda não está perfeitamente alinhada, tendo
um tom muito infantil. Coulson convence como manipulador amigável e
o mistério de Melinda May – por quê deixou de ser agente de
campo? – parece que provocará um crescendo, até que se obtenha a
resposta.
A série melhorou no
geral e faz o espectador voltar para o próximo episódio,
especialmente depois que se confirma que aparentemente haverá cenas
“pós créditos” em vários.
Marvel's Agents of SHIELD [1x02] - 0-8-4
Convocados para retirarem
um artefato no Peru, o grupo do agente Coulson se vê
auxiliando uma equipe da polícia local a fugir de um ataque de
terroristas. Em seguida descobre um plano destes policiais para
roubar o artefato.
Com visual de série de
TV dos anos 1970/80, Agents of Shield tenta convencer ao
expectador que é integrado ao Universo Marvel ao oferecer uma
cena com Nick Fury (Samuel L. Jackson). Dentro do
episódio a cena parece os extras dos filmes de cinema: por pouco
você não vê.
O autor continua a
inserir um mistério da ressurreição de Phil Coulson de forma a
lembrar ao expectador que aconteceu algo na Batalha de Nova Iorque
e que o agente foi ferido. Da mesma maneira tenta estabelecer
mistérios para outros coadjuvantes, especialmente Melinda May,
e Skye, a hacker do episódio anterior parece
ser uma agente infiltrada. Seria uma agente da Maré Alta
apenas ou da Hidra?
Por sinal a Hidra é formalmente citada no episódio.
Ainda não vi diversão
real e apenas uma estrutura formal para contar as histórias e
apresentar os personagens e discordo completamente que um núcleo da
SHIELD fosse formado com tantos agentes sem experiência de campo.
Torna-se uma fórmula
grosseira para atrair e fidelizar o público jovem, mas não deixa de
ser uma maneira de aproveitar a grande quantidade de personagens de
menor importância da editora. Infelizmente a minha visão é menos
de as maravilhas espalhadas pelo mundo, sejam elas seres humanos ou
artefatos e mais uma temporada com uma macro-trama envolvendo ao
final um confronto direto com uma agência antagonista, papel que nos
quadrinhos cabe à Hidra.
Ser apenas um terreno
para exibir o freak of the week, humano ou artefato, me evoca
as duas primeiras temporadas de Smallville, ou seja, esta
missão já foi cumprida na TV.
Doctor Who [Xtmas Special, 2007] – The Voyage of the Damned
Logo após deixar Martha
Jones, a TARDIS e o décimo Doutor (David
Tennant) se chocam com um navio, o Titanic!
O especial cria um
preâmbulo que leva o expectador esperar uma visita à primeira e
única viagem fatal do navio tão presente na cultura pop, mas
aqui temos uma trama de sci-fi. O barco é uma nave
interplanetária que leve seus clientes à selvagem Terra em
um momento de rituais estranhos – o Natal. Isto é claro, de acordo
com um historiador presente.
Evidentemente há uma
trama paralela: o fundador da empresa, que foi afastado por
acionistas depois que se tornou ciborgue, quer provocar um
“naufrágio” e, no processo, destruir a Terra, levar os
acionistas para a prisão e retomar o controle da empresa. No
sub-texto a série dá espaço para os questionamentos que surgirão
quando as pessoas passarem a prolongar suas vidas fundidas as
máquinas.
Chama atenção a
presença de Kylie Minogue como companheira do Doutor e piadas
que tratam do fato de Londres estar deserta depois da invasão do
Natal anterior. No geral um bom nível de ação e trama bem
construída, tentando homenagear o acontecimento histórico, mas o
show não consegue transmitir o tom de “filme catástrofe” que a
trama exige. Mesmo com tantas mortes, tudo é tão colorido que não
há espaço para o espectador se questionar sobre a crueldade do que
vê.
Especiais de Doctor Who (2005-13)
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Data
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Título
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18/11/2005
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Doctor Who: Children in Need |
25/12/2005
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The Christmas Invasion |
25/12/2006
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The Runaway Bride |
16/11/2007
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Children in Need Special: Time Crash |
25/12/2007
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Voyage of the Damned |
25/12/2008
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Christmas Special: The next Doctor |
11/04/2009
|
Easter Special: Planet of the Dead |
15/11/2009
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Autumn Special: The Waters of Mars |
25/12/2009
e
01/01/2010
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Christmas Special: The End of Time, part I New Year's Special: The End of Time, part II |
25/12/2010
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Christmas Special: A Christmas Carol |
25/12/2011
|
Christmas Special: The Doctor, the Widow and the Wardrobe |
25/12/2012
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Christmas Special: The Snowmen |
23/11/2013
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50th Anniversary Special |
Sweet Tooth, volume 2: Cativeiro
Desde A morte doCapitão Marvel, quando Jim Starlin se curou do trauma da
morte do pai, vítima de câncer, parece que os autores estão
passando mensagens em suas narrativas. Algumas são evidentes e
outras se tornam apenas quando esmiuçamos a vida deles. Não sei por
que fico com esta impressão quando leio esta obra.
Em Sweet Tooth o
mundo foi devastado por uma praga. As pessoas morrem e as crianças
nascem com características animais.
Gus, um inocente
garoto com características de cervo, é levado por Jepperd
para um local onde através de hipnose o estudam, depois de haver um
grande suspense se o dissecariam ou não. Os responsáveis creem que
ele é o primeiro híbrido e que em suas memórias estão segredos
que permitam a sobrevivência da raça e as respostas sobre a origem
da praga.
Ao mesmo tempo temos uma
narrativa secundária de nos conta a história de Jepperd e suas
motivações para capturar e entregar Gus. Parece que ninguém é mau
realmente, apenas um mundo sombrio o deixou assim.
Ainda não gostei do
traço de Jeff Lemire (texto & arte), continuo achando seu
texto mediano, mas confesso que sua narrativa é interessante, ainda
que cheia de lugares comuns. Talvez fazer esboços para um artista
mais talentoso fosse sua real função no quesito arte da série.
No final fico com a
impressão de que Sweet Tooth é para uma audiência mais madura que
sabe que zumbis são fisicamente impossíveis, mas essencialmente
narra uma história semelhante à The Walking Dead, onde o foco é a
sobrevivência após um holocausto, a luta das pessoas comuns, a
percepção dos pés de barro de nossos heróis e o surgimento de
“autoridades” que nos dizem o quê fazer, como fazer e quando
fazer.
Com um traço pobre e
texto enxuto pode ser lido rapidamente de um fôlego só.
Reúne Sweet Tooth
#6-11/2010 em 148 páginas por R$ 19,90.
Vertigo #45 (agosto/2013)
A distribuição
“especial” da Panini me traz Livros daMagia e Batman: Arquivo de casos inexplicáveis, ambos
encadernados em capa dura no mês do lançamento, mas Vertigo sua
melhor série mensal somente no fim do mês seguinte.
Casa dos Mistérios
eu respeitosamente ignoro e explico: vou ler a série do início de
um fôlego só ou pelo menos os arcos já lançados. Até lá me
divirto em ler as histórias curtas que compõem a série. A desta
edição (#35/2011) é bem inventiva.
Mas o creme da edição é
Escalpo (#46/2011) com a
segunda parte do arco Você precisa pecar para ser salvo de
Jason Aaron e RM Guéra. A história é tão bem
narrada que torno a dizer que evoca as melhores narrativas
televisivas modernas como The Sopranos e Breaking Bad.
A história gera sentimentos reais de envolvimento com o leitor que
não é tratado como um idiota. Lincoln Corvo Vermelho
descobre quem assassinou Gina, ao mesmo tempo em que o
policial Queda D'Água tem uma sofrida jornada mística nas
mãos do Apanhador.
A revista do selo de
ocultismo da DC leva ao leitor resultados tão díspares quanto
Hellblazer, Punk Rock Jesus, Casa dos Mistérios
e Escalpo.
Hellblazer com Segredos
e Mentiras parte 2 e 3 (#252-253/2009) traz um roteiro meia boca
de Peter Milligan com uma arte limitada de Giuseppe
Camuncoli, junto com finais de Stefano Landini.
Constantine está envolvendo pessoas em seus problemas (novidade) e
tem que buscar uma solução em forma de expiação (novidade²). É
tão ruim que dá vergonha!
Casa dos Mistérios
eu respeitosamente ignoro e explico: vou ler a série do início de
um fôlego só ou pelo menos os arcos já lançados. Até lá me
divirto em ler as histórias curtas que compõem a série. A desta
edição (#35/2011) é bem inventiva.
Então depois de me
irritar ou ignorar 2/3 da revista eu finalmente chego à parte que me
interessa. Punk Rock Jesus de Sean Murphy termina
poderosa como iniciou. E não há revelações bombásticas, afinal
tínhamos desconfiança dos assuntos abordados. Por isso mesmo é
honesta. Fiel. A série não inventa ou reinventa a roda e consegue
prender a atenção por fazer uma narrativa de qualidade que não
procura “forçar a barra”, dá sua mensagem e segue com a vida.
Mas o creme da edição é
Escalpo (#46/2011) com a
segunda parte do arco Você precisa pecar para ser salvo de
Jason Aaron e RM Guéra. A história é tão bem
narrada que torno a dizer que evoca as melhores narrativas
televisivas modernas como The Sopranos e Breaking Bad.
A história gera sentimentos reais de envolvimento com o leitor que
não é tratado como um idiota. Lincoln Corvo Vermelho
descobre quem assassinou Gina, ao mesmo tempo em que o
policial Queda D'Água tem uma sofrida jornada mística nas
mãos do Apanhador.
Próximo de sua conclusão
Escalpo transmite aos que acompanham a sensação de que tudo foi um
longo prólogo, necessário para o entendimento perfeito do que
motiva os envolvidos. Assim como deixa a impressão que, como em The
Sopranos o quê interessa é o dinheiro, e em Breaking Bad “de boas
intenções está pavimentada a estrada para o inferno”.
É de salivar a ansiedade
para a próxima edição!
Martin Mystère #01: Os homens de negro
Acho muito divertido o
pomposo nome “Os Grandes Enigmas de Martin Mystère, o detetive
do impossível” e devo confessar que fiquei curioso de imediato
quando vi Mystère pela primeira vez na TV.
Não, não foi o desenho
animado para crianças e com pouca relação com a série fumetti
da Bonelli. Vi em uma propaganda da RGE,
recém-adquirida pela empresa de Roberto Marinho, que
anunciava o lançamento da série no Brasil numa época que também
gerou Os Comandos em Ação e Transformers.
Baseado no arquétipo do
cientista formal mas aventureiro, Mystere é um antropólgo e
arqueológo, além de formando também em belas-artes, que vive
aventuras com seu amigo Java, um homem de Neandenthal,
e não seria arriscar muito se apostar que o personagem é levemente
inspirado em Indiana Jones, assim como o professor Henry
Jones Jr. o é em dezenas de professores, cientistas e
pesquisadores que povoam a cultura pop.
Neste primeiro volume
Edouard Morel, arqueólogo e amigo de Mystere encontra pistas
que levam à confirmação da existência de Atlântida e do
domínio, já naquela época da tecnologia para a imprensa e para a
produção de raios. Morel é assassinado por enviados dos Homens
de Negro, uma organização que tenta manter inalterado o status
quo através da eliminação dos indícios que possam levar a estas
questões.
No entanto, as pesquisas
de Morel chegam ao amigo que vem à Grécia, logo após um encontro
pessoal com os tais Homens de Negro e se vê lançado em uma viagem
que o leva ao Egito e talvez à descoberta de um segredo que poderá
revolucionar a humanidade.
[Comentários]
A aventura é muito boa,
com excelentes doses de ação e perfeita caracterização dos
personagens. O texto de A. Castelli é didático sem ser chato
ou extremamente detalhista. O traço de G. Alessandrini é
limpo e soma ao roteiro.
Evidentemente a aventura
envelheceu um pouco – foi publicada originalmente em abril de
1.982. O simples fato de Martin pegar um avião de Washington para
Grécia sem telefonar antes para o amigo, não evidencia
automaticamente um furo na trama, mas sim o desapego que tínhamos ao
telefone, que naquela época era até certo ponto incomum e usado
apenas para casos de urgência.
Mas certamente convidar a
desconhecida Maria Foteynos para uma viagem ao Egito é um risco
desnecessário para um homem que sabe que sombras reais e imaginárias
estão em seu encalço. Especialmente se ambos têm um amigo em comum
que conheceremos no próximo volume.
Publicado no Brasil nas
edições #1-2 da série da RGE/Globo e na edição #1 da Record
(1990).
Os
Grandes Enigmas de Martin Mystère, o detetive do impossível
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#01
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#02
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Os
homens de negro
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A
vingança de Rá
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Doctor Who: Utopia, The Sound of Drums e Last of the Time Lords (2007)
Exibido em 16, 23 e 30 de
junho de 2007, a trilogia composta pelos episódios Utopia,
The Sound of Drums e Last of the Time Lords foi escrita
por Russell T Davies e dirigida por Graeme Harper
(episódio Utopia) e Colin Teague e encerra a temporada da
série 3 de Doctor Who.
[A trama]
O décimo Doutor
(David Tennant) vai com sua companheira Martha Jones
(Freema Agyeman) para o futuro, mas a presença do Capitão
Jack Harkness (John
Barrowman) do lado externo da TARDIS, faz com que a
nave em forma de cabine telefônica vá para 100 trilhões de anos no
futuro, nos últimos momentos do universo. Ele jamais havia ido tão
longe!
Lá os últimos
remanescentes da humanidade estão em conflito com canibais e o
universo está a ponto de entrar em colapso.
Resta uma chance: uma
grande nave que poderá levar os remanescentes para um lugar
desconhecido, apropriadamente chamado de Utopia.
Apesar do êxito do
Doutor e seus companheiros em corrigir a nave, descobre-se que o
cientista responsável – o Professor Yana (Derek Jacobi)
é, na verdade, o Mestre (John Simm), velho contrafeito
do Doutor, que tinha utilizado o expediente de pôr a memória em um
relógio, como o lorde do tempo já havia feito em episódios
anteriores da temporada.
Rejuvenescido o Mestre
rouba a TARDIS deixando o trio à mercê de um ataque de canibais,
enquanto a humanidade parte para as estrelas. Mas o Doutor destrói o
sistema de navegação da nave, obrigando que o próximo usuário
retorne ao momento que partiu para sua última viagem – ou um
intervalo de dezoito meses.
No episódio seguinte The
Sound of Drums Doutor, Martha e o Capitão retornam ao presente –
o quê demonstra que o Doutor pode viajar no tempo sem a TARDIS – e
descobrem que o 1º Ministro eleito, Harold Saxon, é o
Mestre disfarçado, que captura os parentes de Martha, faz o trio os
inimigos públicos números 1, 2 e 3 da Inglaterra e anuncia
publicamente o Primeiro Contato com a raça tacaflane,
rompendo um acordo com os EUA que aparentemente não permitiria
aceitar publicamente contato com alienígenas. A sequência é
interessante: enquanto o presidente dos EUA está irritado com Saxon,
este se mostra irônico e infantil, e quando na Fortaleza Voadora
Valiant – muito semelhante ao Aero Porta Aviões da
SHIELD – os aliens chegam para estabelecer o contato,
o presidente assume a dianteira, mas é assassinado em rede nacional.
Descobrimos que o Mestre
chegou 18 meses antes e se estabeleceu criando uma identidade falsa e
se casando com Lucy Saxon (Alexandra Moen). Através de
sugestões de hipnose, Saxon consegue ser eleito apesar de não ter
plataforma política – uma alusão não tão discreta aos políticos
de fato.
Com apetrechos que
permitem sua ocultação o trio tenta derrotar o Mestre, sem sucesso.
O Capitão é capturado e morrerá infinitas vezes para ressuscitar
em seguida. O Doutor tem seu corpo envelhido mais 100 anos, ficando
aprisionado e Martha foge.
O último episódio desta
trilogia, Last of the Time Lords, mostra o claro conflito
entre o desejo de justiça e proteção à humanidade do Doutor e a
esperança de que não seja necessário matar o Mestre. E mais! O
Doutor tem esperanças em corrigí-lo.
Martha passa um ano em
viagem pelo mundo procurando uma arma criada pela Torchwood e
UNIT que poderia matar o Mestre.
A situação se complica
um pouco mais no ramo da ficção teórica: os tocaflane são os
últimos sobreviventes da raça humana que foram para Utopia e
descobriram ser uma farsa! Enlouquecidos passam a colaborar com o
Mestre que se utilizou da TARDIS para criar a Máquina do
Paradoxo: os tocaflane retornariam ao passado para destruir a
raça humana, criando um paradoxo.
Capturada e com a arma
destruída, Martha ri do Mestre no momento em que ele envia a frota
tocaflane para dominar o universo. Tudo se releva um plano: com a
mentira de uma arma capaz de destruí-lo o Mestre permitiria que
Martha navegasse pelo mundo, tencionando tomar possa da arma,
evidentemente.
Mas a arma era falsa e o
plano tratava de “levar a palavra” do Doutor através do mundo e
unir os pensamentos em um momento especial, que permitisse
reconstruir a realidade e reenergizar o Doutor, que passou o último
ano integrado à rede Archangel, criado pelo Mestre. O Doutor
é reenergizado e enfrenta o seu antagonista, criando em seguida um
vórtex que reconstrói a realidade apagando o último ano.
Derrotado o vilão é
assassinado em seguida e seu corpo cremado pelo Doutor – mas há
indícios claros que não seria a última vez que ouviríamos falar
do Mestre. Curiosamente, sendo um senhor do tempo, o Mestre impede o
processo de criação de mais uma personalidade para si no momento de
sua morte.
Apesar da reconstrução
da realidade as pessoas que estavam no centro dos eventos recordam-se
dos fatos. Por isso Martha decide abandonar o Doutor para cuidar da
família, bastante sofrida nas mãos do 1º Ministro e Jack retorna à
Torchwood, sugerindo que será a Face de Boe, presente desde a
série 1 de 2005 nas aventuras do Doutor. Note que meses antes foi a
Face de Boe que revelou que o Doutor não estava sozinho.
Sozinho o Doutor aciona a
TARDIS e repentinamente se choca com a proa de um navio!
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Utopia
The
Sound of Drums
Last
of the Time Lords
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