#LSH Reboot, 1994-1995: Absent Friends


[Absent Friends]
Absent Friends (Legion of Super-Heroes #72, sep/1995, Tom Peyer & Tom McCraw, Lee Moder, Ron Boyd) começa com o funeral de Apparition e o início da perseguição da desconsolada mãe à equipe de adolescentes, acrescida agora com o interesse do embaixador de Aleph no paradeiro de Kinetix, perdida em um stargate.

Ultra boy é convidado para ingressar a Legião, a despeito de um contrato com McCauley. E o último trommniano decide não permanecer na equipe.

Após expor a Presidente Chu a um senão, Cosmic percebe que a mulher quer mais controle da equipe e ela demite Garth novamente. Para surpresa de todos, Rokk concorda. 

 Sob pressão Rokk discute com os colegas de equipe.

Irado com a demissão, Dr. Zaxton Regulus rouba uma armadura nas Morgna Industries e mata seus colaboradores. A trama continua em Legionnaires #29 (sep/95; Peyer & McCraw, Jeffrey Moy; WC Carani) na aventura Rising Sun, onde basicamente a Presidente Chu. sendo amiga próxima de Morgna, pede que a Legião vá auxiliar. Rokk não cria nenhum problema adicional e ela é extremamente gentil, apesar de deixar claro que está impondo a missão.

Garth parte novamente para encontrar o irmão. Rokk continua a agir com um babaca e Brainiac continua recluso – desde a morte de Andromeda. Ultra boy percebe que o convite não foi oficializado pela Presidente. Jan Arran, o último sobrevivente de Tromm, retorna a seu solitário mundo natal, mas parece ser seguido.

Dr. Regulus faz alguns experimentos com o filho de Morgna, Dirk. Após uma investida da Polícia Científica e da Legião, o vilão é derrotado mas alterou o corpo do jovem Morgna.

Rokk não foi para esta missão de campo – onde estará?

Durante uma varredura mental, Saturn Girl vê uma imagem de um homem envolto em chamas gritando “Help me!” e questiona “Valor?!”. Xs pergunta “You ok? You were yelling something I couldn't hear.”. Saturn Girl responde “I-I saw him again! It shouldn't be possible! He's been dead for a millennium – but I swear I saw --” Começa assim o processo de reintrodução de Valor/Mon-El na nova Legião.

Finalmente Garth encontra seu irmão na aventura End of the road em Legion of Super-Heroes v4 #73 (out/95) de Tom Peyer & Tom McCraw, Lee Moder, Ron Boyd. Seguindo uma pista, Garth é confundido com o irmão e preso. Seu irmão, Mekt, o resgata, mas o torna suspeito de assassinato. Valor aparece novamente na sede da equipe e a liderança de Cosmic Boy torna-se fragilizada.

A trama dos irmãos elétricos conclui em Legionnaires #30 (out) em Struck by Lightning! de McCraw & Peyer; Jeffrey Moy e WC Carani, que não oferece muito novidade. Garth e Mekt se enfrentam até a chegada de Ayla. Mekt destrói o braço direito de Garth, mas unindo-se à irmã, e fazendo as pazes com a consciência – ele acreditava que o poder do relâmpago os tornava corruptos - conseguem derrotar o Lightning Lord, que aparentemente perde os poderes.

A trama do resgate de Valor toma mais substância quando Brainiac deduz que a melhor maneira é retornar ao século XX e conseguir informações com o Superboy, que pôs Valor na Zona de estase. Imediatamente Brianiac, Xs, Chameleon, Triad, Saturn Girl e Cosmic Boy vão para o passado.










Participações especiais: Legion of Super-Heroes (1994-95)

Na série “Participações Especiais” irei mostrar a presença de algum personagem em um local em que ele não deveria estar.

Aqui temos três participações especiais na série Legion of Super-Heroes nos anos de 1.994-95.


Primeiro um alien lenda um iPad de Legion of Super-Heroes v4 #0 (out/1994). Não é realmente um iPad porque em 94 não existia o produto.

Depois Data & Spock na fila dos inscritos da LSH (LSH #62, nov/1994).

E por fim, mais uma homenagem à Star Trek com o uso do Quark em Legionnaries #23 (março/1995).

Vejam as imagens:



 

Nova série de George R R Martin em pré venda

A série de ficção Wild Cards será finalmente publicada no Brasil. Composta atualmente de 22 volumes, que segundo o autor do primeiro livro e editor da série George R R Martin, todos os volumes fazem parte do contrato de publicação.

A Leya tem deixado vazar informações que publicaria cerca de três a quatro volumes por ano.

A série se passa em um linha de tempo alternativa, onde pouco após a Segunda Grande Guerra um vírus é liberado no planeta alterando o DNA das pessoas, criando seres geneticamente alterados.

No início dos anos 1.990 a Editora Globo publicou uma série em quadrinhos que adaptou o universo para o formato hq.

O primeiro livro já está em pré venda nas livrarias de comércio eletrônico.

Veja abaixo a lista dos livros:

Original series (Bantam Books)

   1. Wild Cards (1987)
   2. Aces High (1987)
   3. Jokers Wild (1987)
   4. Aces Abroad (1988)
   5. Down and Dirty (1988)
   6. Ace in the Hole (1990)
   7. Dead Man's Hand (1990)
   8. One-Eyed Jacks (1991)
   9. Jokertown Shuffle (1991)
   10. Double Solitaire (1992) (novela)
   11. Dealer's Choice (1992)
   12. Turn of the Cards (1993) (novela)

"New Cycle" (Baen Books)

   13. Card Sharks (1993)
   14. Marked Cards (1994)
   15. Black Trump (1995)

ibooks Inc.

   16. Deuces Down (2002)
   17. Death Draws Five (2006) (novela)

Tor Books revival

   18. Inside Straight (2008)
   19. Busted Flush (2008)
   20. Suicide Kings (2009)
   21. Fort Freak (junho de 2011)
   22. Lowball (verão de  2014, em desenvolvimento)

Novo Superman: Crônicas nas lojas

Aproveitando a exposição criada pelo lançamento do filme do Superman (O homem de aço) a Panini inicia uma série de reedições e novos lançamentos.

Entre os novos lançamentos se destaca Superman: Crônicas volume 3 que publica as histórias do personagem em ordem cronológica de publicação. Esta edição " inclui as edições originais Action Comics 21-25, Superman 4-5 e New York World’s Fair 1940 — a batalha do Homem do Amanhã começa a se tornar mais traiçoeira. Pela primeira vez, o herói encara o vilão que o desafiaria por décadas e décadas: Lex Luthor! E, enquanto essa rivalidade histórica se inicia, a identidade secreta do Superman, Clark Kent, junta esforços com Lois Lane e se torna correspondente na Europa, cobrindo o que viria a se tornar a 2ª Grande Guerra!" (citação de Wizmania, aqui).

Indicado apenas para quem gosta de material clássico.

Superman: retorno de um vilão ridículo! (Mais um!)

A DC Comics anunciou esta semana o retorno de um dos piores vilões do Superman: o Superman Cyborg, ou simplesmente Cyborg, isto é, se ninguém lembrar que aquele personagem dos Novos Titãs chama-se Cyborg.

Hank Henkshaw na cronologia 1987-2011 é um cientista que se arriscou em uma viagem tripulada ao espaço.

Ele e sua equipe passaram por mudanças terríveis. Hum... peraí, eu estou falando do Quarteto Fantástico?

Criado em Adventures of Superman #465 o personagem retornou para o imaginário nerd em Adventures of Superman #500, primeiro como um dos quatro Supermen que surgiram após a "morte" do Superman.

Depois revelou-se vilão e foi o responsável pela destruição de Coast City.

Vagou de 1.993 até a bem pouco tempo ora como vilão do Superman, ora como vilão do Lanterna Verde.

Ridículo me lembrava uma versão somada de Bizarro (uma antítese do Superman) com Brainiac, na versão robótica de Marv Wolfman dos anos 1980.

Apesar de importante para as fracas histórias do homem de aço, nunca disse a que veio. Chegou mesmo a tentar aproximar-se do niilismo de Thanos, desejando a morte para si, também sem sucesso.

Agora a DC Comics anuncia seu retorno para Superman #19. Será como requentar uma sopa ruim. Já não era boa e consegue ficar pior.

Superman e os TPs de Byrne & cia

Os TP's (trade paperback) a que me refiro no post anterior é a série Superman: The man of Steel, atualmente com seis volumes. A série não é Man of Steel, a famosa série quinzenal que reapresentou o Superman aos leitores após a Crise, mas sim uma reedição das histórias dos títulos Superman, Action Comics e Adventures of Superman, os dois primeiros com texto e arte de John Byrne e o último com texto de Marv Wolfman e arte de Jerry Ordway.

Para entender a importância de Adventures, o melhor dos três títulos na minha não tão humilde opinião, basta dizer que foi da cabeça de Wolfman que saiu o Luthor empresário, baseado em parte do vilão do filme de 1.978.

As histórias já foram publicadas no Brasil pela Editora Abril, mas são inéditas em formato americano.

A série Superman: The man of Steel, faz pelo material pós Crise, o mesmo que Superman: Crônicas faz pelo início do material pŕe Crise: o reapresenta em ordem cronológica de lançamento.


Panini lança (novamente) O que aconteceu ao homem do amanhã?

A Panini Comics, aproveitando o oba em cima do lançamento do filme do Superman em julho, lança um encadernado em capa dura com a clássica história O que aconteceu com o homem do amanhã?, já publicado no Brasil pela Editora Abril, pela Opera Graphica e pela própria Panini em um encadernado com as histórias que Alan Moore escreveu para diversos personagens da DC Comics.

A edição trás ainda A linha da selva (um encontro do Superman com o Monstro do Pântano para a série de team-ups DC Comics Presents) e Para o homem que tem tudo, todas também já publicadas no Brasil.

Apesar de extremamente importante e bem escrita, a história que encerra a cronologia pré Crise do homem do amanhã - um dos epítetos do Superman - não é novidade e certamente há espaços para outros lançamentos, como por exemplo, os encadernados dos dois primeiros anos pós Crise quando as séries Superman, Action Comics e Adventures of Superman estavam nas mãos (ainda) inspiradas de John Byrne, Marv Wolfman e Jerry Ordway.

Também há o encadernado Superman Nevermore que traz a Sandman Saga. Assim, ouso dizer, que apesar de republicar o material de Moore em um formato inédito (agora em capa dura), é possível que a reedição mostre o cansaço do personagem e evidencie o fato de que ele tem pouquíssimas histórias realmente merecedoras de reedição - uma injustiça minha, evidentemente.

Mas se é injustiça diga-me qual é o top 5 de histórias do herói?

Os dias da peste


Os dias da peste de Fábio Fernandes (Tarja Editorial, 1ª edição, outubro de 2.009, São Paulo, ISBN 978-85-61541-18-7) faz uma narrativa imaginativa sobre uma possibilidade default dos leitores de ficção: e se os computadores desenvolvessem o raciocínio?

Por default digo que sempre houve no imaginário dos leitores a ideia do domínio pelas máquinas. Se a tecnologia do presente do conto (2010) não permite esta extrapolação máxima – robôs escravizando gente – consegue facilmente criar o medo de algo mais palpável: que as parafernálias tecnológicas que usamos desenvolvam consciência e passem a interagir conosco.

De ter consciência para exigir direitos é um pulo.

E deste pulo, para outro ainda maior, não é outro pulo; basta um passo.

* * *

O autor usa recursos interessantes. Seu personagem principal, Arthur, é um professor universitário que presta serviços técnicos na área de informática, daí o convívio com a “peste” desde o primeiro momento em que as máquinas passam a apresentar sinal de consciência. Primeiro são tratadas como infectadas por um vírus, depois se entende que, por algum motivo, as máquinas desenvolveram status de sencientes. O motivo é inteligentemente oculto, mas as citações diretas à “Disque F para Frankestein” de Clarke deixam claro a suspeita. Eu, que já conhecia o conto, via semelhanças e fiquei surpreso quando o autor cita a fonte.

Outro recurso é que a história é narrada no futuro a partir do resgate de informações do blog do personagem principal, uma variação da literatura epistolar. Funciona e deixa a dúvida sobre o quê aconteceu ao fim do romance.

Fã de ficção, Fábio Fernandes reverencia e cita todos os autores da primeira linha e mesmo autores como Warren Ellis, que chegaram lá por caminhos tortuosos – afinal Transmetropolitan é cyberpunk e Planetary é quase inclassificável de tão cosmopolitana, mas ficção de primeira. E afinal o bom doutor já havia dito que sci-fi é o tema mais cosmopolita que existe.

O livro às vezes perde a velocidade por ser absolutamente didático, e poderia facilmente entrar em qualquer grade de bibliografia básica para um curso de ciências da computação ou cursos de tecnologia da informação. Outro detalhe é que Fernandes cita uma dúzia de livros básicos do gênero, além de uma dúzia e meia de autores. Os curiosos podem sentir-se iniciados aqui (mais um motivo para o livro estar em uma bibliografia básica e ser leitura obrigatório no primeiro semestre da faculdade).

Nada disso, porém, é impedimento para uma leitura saudável, divertida e rápida.

Game of Thrones [3x04] - And now his watch is endend

Próximo a Correrio, Jaime Lannister é humilhado por Locke e seus homens. Jaime está em depressão e em um processo de entrega. Brienne de Tarth tenta encorajá-lo e sabe que ele foi o responsável por impedir seu estupro coletivo, mas nada o anima depois de ter perdido a mão da espada, afinal ele é um guerreiro, um espadachim e o modo como maneja a espada é que define seu valor na sociedade.

Tyrion Lannister tenta confirmar com Varys, o Lorde das Aranhas, a informação de que Cersei, a Rainha Regente e seu irmã, foi a responsável pela ordem dada a Mandon Moore para matá-lo durante a Batalha de Blackwater.

Varys, após receber um relatório de Ros, fica preocupado com o interesse de Petyr Baelish em Sansa Stark. Ele vai em busca da Rainha dos Espinhos e juntos criam um plano para que a moça se case com Lorras Tyrell, um erro grosseiro, afinal como membro da Guarda Real não pode ter bens e se casar, algo já lembrado por Tyrion no episódio anterior.

Margaery, a futura esposa de Joffrey, comunica a ideia a Sansa, que parece muito entusiasmada com a possibilidade de casar-se com Lorras e ser cunhada da futura rainha. Isto, no geral, é adequado às tramas de Sansa, que sempre está em busca de um cavaleiro em uma armadura brilhante, ainda que tenha o erro grosseiro de se esquecer que Lorras não pode se casar.

Mas tudo pode dar errado – e dará!, tenha certeza - pois Cersei observa como Margaery já controla e fascina Joffrey Baratheon. Certamente ela proibirá a ascensão da casa Tyrell. Cersei tenta conseguir a atenção de seu pai, Tywin, em muito sucesso.

No norte, nas terras de Crasten, a Patrulha da Noite passa fome enquanto supostamente o dono esconde comida. A revolta surge e rapidamente foge ao controle, apesar do pulso rígido do Lorde Mormont. Crasten é assassinado e nos eventos o próprio Mormont!

Sam Tyler foge com Gilly e o bebê recém-nascido!

Theon Greyjoy, em uma redundância da trama, é novamente aprisionado, pois foi enganado por seu salvador: ele fazia parte do mesmíssimo grupo que torturava Theon. Porém Greyjoy revela que não matou realmente os garotos Stark.

Arya Stark assiste ao processo de acusação do Cão, que conhecendo as leis que regem Westeros, exige julgamento por combate.

Em Astapor, Daerenys Targaryen entrega o dragão como pagamento pelos seus 8 mil imaculados. Recebe um chicote que simboliza o domínio dela – e ninguém mais – sobre os escravos. Então, em um lance que surpreende, passa a falar em valiriano, ordena que seu dragão queime Kraznys e que os imaculados matem seus antigos mestres!

Numa jogada perigosa torna-se a senhora da cidade!

Sabendo que Westeros não aceitaria ser tomada por um exército de escravos, Daenerys os libera e pede que permaneçam com ela.

Agora a mocinha tem um exército!

[Crítica]
And now his watch is endend entra automaticamente para a lista dos melhores episódios da série! Sim, os “defeitos” da série, especialmente os cortes de 3 a 4 minutos estão aqui, mas desta vez tudo é intriga, camada após camada de “jogos de tronos”. Com esta visão o vai e vem funciona bem. Os momentos de ação são muito bem resolvidos e surpreendentes. Quem não leu os livros não espera a morte de Mormont da Patrulha da Noite. A morte de Crasten era desejável e fácil de deduzir que aconteceria, mas Mormont o Lorde Comandante da Patrulha da Noite, não. Surpreende!

Mas a surpresa do episódio fica por conta da passagem em Astapor, onde Daenerys revela falar a língua valiriana e, portanto, estar ciente de tudo que Kraznys disse dela nos episódios anteriores. Ele toma o poder depois que confirma a posse dos imaculados e não antes.

Como no livro: surpreendente!

Nem tudo são flores. Incomoda a trama de Theon Greyjoy que é redundante e só serve para revelar que os garotos Stark estão vivos. Lembre-se que, nos livros, não há perseguição aos garotos exatamente por que ninguém suspeita que estejam vivos. Inicialmente os fãs gostaram da ideia de mostrar a tortura do odiado Greyjoy, mas provou-se que naquele momento o personagem não tem real utilidade à história.

Outro detalhe é expor tanto o interesse de Baelish por Sansa. Acontecimentos futuros ocorrerem e permanecem por um longo período, exatamente porque o interesse é discreto. Sendo tão evidente para tanta gente, como agora, o primeiro lugar em que procurariam a moça, caso ela desapareça, é nas terras de Baelish.

Claro que é conveniente para explicar o casamento que de fato arranjaram para a menina Stark.

Por fim chama a atenção que a cena entre Varys e Tyrion relate a origem do Lorde das Aranhas como nos livros praticamente palavra por palavra, mas o senão fica na introdução do aprisionamento do feiticeiro (ele está em uma grande caixa que Varys recebe e que vai abrindo ao longo da cena). Nos livros, Varys não captura o feiticeiro que o aleijou e não há menção que haja uma busca por ele. O relato forte de como se tornou eunuco é tido como uma possível mentira para ganhar a simpatia Tyrion.